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quarta-feira, 30 de maio de 2012

STF reconhece direito de policiais militares se aposentarem com 25 anos de serviço


Todos os policiais e bombeiros  militares conquistaram o direito de se aposentarem, com proventos integrais, aos 25 anos de serviços prestados à Polícia Militar. Esse é o novo entendimento do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal de Justiça de São Paulo. Tais entendimentos foram emitidos em sede de Mandado de Injunção, que é uma ação movida quando não existe uma lei que trate de algum direito constitucional.

De fato, a aposentadoria especial por periculosidade está prevista no Art. 40, § 4º da Constituição Federal de 1988, e até o presente momento em São Paulo, o Governo do Estado nada fez para editar lei que regulamente tal direito. Dessa forma, os Desembargadores reconheceram que a atividade policial militar é de fato de alta periculosidade, e por isso, determinaram que a lei aplicável ao Regime Geral de Previdência (Lei 8213) seja agora aplicável ao policial militar, em face da demora do legislador paulista. Com isso, os Tribunais demonstram cada vez mais a nova visão no sentido de que cabe ao Poder judiciário legislar positivamente, em face da demora do Poder Legislativo, considerando o interesse público.

O melhor de tudo é que Judiciário reconheceu que tais decisões são “erga omnes”, ou seja, se aplicam a todos os demais integrantes da carreira policial (civil ou militar), e tal aposentadoria DEVE SER REQUERIDA NA VIA ADMINISTRATIVA AO COMANDANTE IMEDIATAMENTE SUPERIOR, requerimento este que não pode ser negado, pois do contrário, haverá flagrante desobediência à ordem judicial da via madamental.

Esperamos agora que as instituições viabilizem o mais rápido possível a concretização de tais direitos, de forma que o policiais militares, bombeiros e policias civis rapidamente concretizem seus direitos de aposentadoria (sem óbces administrativos). Com isso, vê-se que o Poder Judiciário concedeu uma grande valorização da carreira policial, que de fato, é altamente periculosa. A decisão está no acórdão 990100375334 do TJSP.

Mandado de Injunção é uma ação movida quando não existe uma Lei que trate de algum Direito Constitucional, pela morosidade de ser criada uma Lei com referência ao Artigo 40 § 4º da Constituição Federal de 1988, como o Governo não fez nada para editar Lei que regulamentasse tal direito. Desta forma os desembargadores reconheceram que a atividade é de fato de alta periculosidade e por isso, determinaram que a Lei aplicável ao regime geral de Previdência (Lei 8.213) seja agora aplicável ao Policial Militar em face da demora do Legislador. Com isso, os tribunais demonstraram a nova visão no sentido de que cabe ao Judiciário Legislar positivamente, em face da demora do Poder Legislativo considerando o interesse público. O bom de tudo isto é que o Poder Judiciário reconheceu que tais decisões se aplicam a todas as demais carreiras Policiais (Civil ou Militar). Tal aposentadoria deve ser deixado bem claro que não é compulsória deve ser requerida na via administrativa ao Comandante imediatamente superior. Esperamos agora que as Instituições viabilizem o mais rápido possível a concretização de tais direitos, de forma que os Policiais tenham seus direitos de aposentadoria e festejem esta nova conquista. Que o entendimento e o bom senso tragam pelo menos a esperança de que tal decisão seja cumprida em todos os estados brasileiros, afinal a decisão é erga omnes, como não sou muito chegado ao latim, explico-me dizendo, que é um ato, lei ou decisão que a todos obriga ou sobre todos tem efeito.

Fonte: Universo Politico

quarta-feira, 4 de abril de 2012

iPhone é usado por Bombeiro para retirar criança de um poço


Uma criança na China caiu a um poço com mais de 12 metros de profundidade. Os bombeiros não estavam conseguindo içá-la, mas um smartphone auxiliou no salvamento. 

Veja o vídeo




A criança de dois anos estava brincando com os amigos na rua de uma pequena aldeia da Província de Yunnan, no sudoeste da China, quando caiu ao poço. Os moradores ao ouvirem a criança chorar, lançaram uma corda para que ela tentasse se agarrar.

Quando os bombeiros chegaram, lançaram para o poço uma mangueira ligada a um recipiente de oxigênio, para evitar que o rapaz sufocasse, e uma corda para içar a criança. No entanto, só tinham arneses para adulto e não conseguiam apertá-los de forma a que a criança não escorregasse.

A certa altura, um dos elementos da equipa lembrou-se de amarrar um iPhone a uma corda e descê-lo pela estreita abertura, para que pudessem ver, com a ajuda da câmara do aparelho, a melhor forma de colocar as alças do cinto em redor do menino.

Com a ajuda do iPhone conseguiram ver a melhor forma de prender a criança e conseguiram içá-la para fora do poço. Médicos de um hospital nas proximidades disseram que o menino apenas teve ferimentos leves.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=2400060

quarta-feira, 31 de março de 2010

Segunda fase do PAC destina R$ 3,2 bilhões para a área da segurança pública

A estimativa é que sejam construídos 2.883 postos de polícia comunitária em 543 municípios espalhados pelos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal.

O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, terá um aporte de recursos no valor de R$ 3,2 bilhões na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado nesta segunda-feira (29) pela Casa Civil da Presidência da República. É a primeira vez que ações de segurança entram como iniciativas que podem ajudar no desenvolvimento do país.

O dinheiro do PAC será investido na estruturação de postos de polícia comunitária (R$ 1,6 bi) e na construção de espaços integrados voltados aos jovens (R$ 1,6 bi), numa parceria com os ministérios do Esporte, Cultura, Trabalho e Emprego e Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

A estimativa é que sejam construídos 2.883 postos de polícia comunitária em 543 municípios espalhados pelos 26 estados do Brasil e no Distrito Federal. O custo de cada posto é de R$ 555 mil. As unidades terão tamanho padrão de 50 m² e seguirão as diretrizes do Pronasci, com a implantação de módulos, como a central de videomonitoramento.

O modelo de policiamento defendido pelo Programa já mostra resultados positivos na reocupação de territórios antes dominados pelo crime e na redução da violência em comunidades do Rio de Janeiro, onde receberam o nome de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A idéia é aproximar os policiais da população, de modo que trabalhem em parceria na prevenção de crimes.

Já o projeto Espaço Integrado para jovens poderá ter os tamanhos de 700 m2, 3 mil m2 ou 7 mil m2 (dependendo do local disponível) e atenderá também aos 543 municípios, dando prioridade aos 235 municípios integrantes do Pronasci. O custo unitário de cada unidade varia de R$ 1,52 milhão a R$ 2,58 milhões.

“O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é um sucesso no que diz respeito a investimentos em áreas de infra-estrutura e ficamos felizes ao saber que o Pronasci seria contemplado nessa nova fase do PAC, porque é um reconhecimento de que estamos trilhando o caminho correto. Essa é mais uma demonstração de que o Estado brasileiro trata a segurança pública como matéria de fundamental importância”, afirma o ministro da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto.

Polícia Comunitária

Os profissionais de segurança pública que atuarem nos postos de policiamento comunitário terão acesso às imagens captadas por câmeras de vídeo instaladas na cidade, podendo prevenir delitos e ações criminosas. Além disso, cada estrutura contará com dois veículos e duas motos. Tudo isso permitirá a redução no tempo de resposta e na prevenção das ocorrências.

Os policiais designados para atuar nos postos de polícia comunitária são, geralmente, mais preparados e valorizados. Eles fazem parte do projeto Bolsa Formação, que concede R$ 443 mensais aos que fazem os cursos de formação oferecidos gratuitamente pelo Ministério da Justiça. No Brasil, 176 mil profissionais de segurança pública estão no projeto.

A intenção do Governo Federal é implantar este novo tipo de policiamento de proximidade em comunidades antes dominadas pelo crime organizado e, com isso, possibilitar a construção de uma nova relação da polícia com a comunidade baseada na confiança.

"A implantação dos postos consolida a política de segurança pública orientada pelo Pronasci, que prevê menos repressão, menos armamentos, mais inteligência e prevenção", disse o secretário-executivo do Pronasci, Ronaldo Teixeira. “A polícia é a representação do Estado naquele local e, com a implantação dos postos, a comunidade tem de volta o território pacífico, necessário para o ingresso dos demais serviços públicos, como educação, saúde e esporte”.

terça-feira, 30 de março de 2010

Lula: Se a gente quer policial trabalhando pela sociedade, a gente tem que "pagar bem"

Presidente afirma que policiais merecem piso salarial decente, mas “Congresso deverá dizer de onde virão os recursos”.
(2 comentários)

Por: Redação/ParaibaemQAP

Durante um discurso proferido em Ilhéus (BA), na última sexta-feira (26), o presidente Lula deu a entender que, pelo menos “no discurso”, está de acordo com a aprovação de um piso salarial digno para policiais civis, militares e bombeiros do país.

De acordo com o presidente, a questão salarial é imprescindível no combate à escalada da violência no Brasil.

- Não pensem que eu acho que R$ 3.500,00 é salário alto, não. Se a gente quer policial trabalhador, honesto, servindo a sociedade, a gente tem que pagar bem. Porque se a gente tiver policial mal remunerado, que não consegue cuidar da própria família, a gente não pode exigir nada do policial – disse o presidente.

No entanto, ele ressalvou que para o piso salarial ser aprovado, é preciso que o Congresso Nacional informe de onde virá o dinheiro que garanta os reajustes.

Alegando que “a maioria dos estados está em situação de pobreza”, Lula afirmou que vai se empenhar em defesa da categoria. Só não disse quando.

- Se Deus quiser, nós vamos criar as condições para poder constituir os fundos e pagar o salário que a polícia brasileira precisa – finalizou.

ParaibaemQAP

PMs de Pernambuco querem 93% de reajuste e dão 72 horas para resposta do governo

Militares afirmam que vêm amargando perdas salariais nos últimos quatro anos.


  A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) oficializou na tarde da última sexta-feira (26/03) a entrega de documento ao secretário de Administração, Paulo Câmara.

No texto, a entidade apresenta índices que comprovam as perdas salariais dos policiais e bombeiros militares nos últimos quatro anos e exige o reajuste mínimo de 93%.

O coordenador Renílson Bezerra, também alerta para a insatisfação da tropa, a legitimidade da Associação em representar mais de 13 mil homens e concede prazo de 72 horas para um posicionamento por parte do Governo.

Os Comandos da Polícia e Corpo de bombeiros Militar, o secretário de Defesa Social, Servilho, Paiva e o Governador Eduardo Campos também receberam o ofício.  

segunda-feira, 29 de março de 2010

Comando-Geral da PM anuncia aumento salarial e policiais voltam ao trabalho

Planilha de reajuste deverá ser publicada até amanhã. Caso contrário, PMs prometem “paralisar em todo o Estado”.


Policiais militares voltaram a trabalhar nas viaturas neste sábado (27), após acordo firmado com o Comando-Geral da Polícia Militar.

Segundo informações, o comandante do 2º BPM, coronel Marcus Marconi, entrou em contato com o comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Wilde Monteiro, na manhã deste sábado (27).

Na conversa, ficou decido que até a próxima terça-feira (30) o governo do Estado vai publicar uma planilha de reajuste para os policiais, estabelecendo um salário de R$ 2.400,00 para soldado.

A notícia foi recebida com satisfação pelos militares, que voltaram a usar as viaturas para executar o policiamento ostensivo nas ruas.

- Mas os oficiais e praças do 2º BPM deixaram claro aos comandantes que, caso o acordo não seja cumprido até a próxima terça-feira, como ficou combinado, a partir da quarta-feira a paralisação dos policiais vai ser em toda a Paraíba. Isso faz parte do acordo – disse um policial.

Legalidade

A mobilização teve início em Campina Grande, nesta sexta-feira (26), após oficiais e praças decidirem não sair mais com as viaturas, devido à “falta de capacitação dos policiais motoristas”, conforme dizem os militares, já que os condutores das viaturas devem, por lei, ter cursos específicos para assumir o posto.

Sem as viaturas fazendo o policiamento ostensivo, os militares que estavam de serviço nessa sexta-feira tiveram que trabalhar a pé, tanto no centro da cidade quanto nos bairros.

- Foi a forma que encontramos de não fazermos nosso ‘movimento’ na ilegalidade. O que decidimos com a paralisação foi apenas não sairmos nas viaturas, porque da forma como está, estamos transgredindo a lei. Então, essa foi uma decisão dentro da legalidade. Mas comparecemos aos batalhões e estivemos de prontidão para trabalhar – disse outro PM, que também preferiu resguardar sua identificação.  

Conseqüências

Por causa da paralisação dos policiais em Campina, uma equipe 20 policiais do GATE (Grupamento de Ações Táticas Especais) de João Pessoa teve que vir à Rainha da Borborema para atender uma ocorrência no bairro do Alto Branco. Segundo informações dos próprios militares, desde a noite dessa sexta-feira sete bandidos invadiram uma casa e mantiveram a família refém.

O 2º BPM, sediado em Campina Grande, também conta com uma equipe do GATE, mas não pôde socorrer às vitimas por causa da paralisação. “Sabemos que a sociedade é a maior prejudicada quando faltam policiais nas ruas e não é isso que queremos para o povo paraibano. No entanto, também temos família e nossos direitos”, ressaltou o policial.

fonte: ParaibaemQAP

quinta-feira, 11 de março de 2010

Destaques de petistas desfiguram PEC 300

Medo do impacto orçamentário da definição do piso dos policiais e bombeiros faz governo orientar mudanças que ferem o projeto de morte

Valter Campanato/ABr
Genoino é o autor do destaque que tira da PEC 300 o valor do piso para os policiais e bombeiros

Rodolfo Torres

Quatro destaques apresentados por deputados petistas à PEC 300/08 são letais ao texto-base da proposta, aprovado na terça-feira passada, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil (praças e oficiais, respectivamente).

Um deles pede a exclusão do valor do piso da categoria. Outro quer acabar com a obrigatoriedade de os reajustes serem aplicados, no máximo, após 180 dias da promulgação da emenda constitucional.

Os outros dois questionam o complemento financeiro a ser dado pelo governo federal nos reajustes dos policiais e bombeiros. Sem esses recursos federais, diversos estados teriam dificuldade em adotar o aumento salarial da categoria contido na PEC.

A análise desses destaques em plenário é condição para que a Câmara conclua a votação da matéria em primeiro turno. Após essa fase, a matéria terá de passar por outro turno de votação para, a partir de então, seguir ao Senado. Se quiserem manter o texto-base, deputados favoráveis à PEC terão de reunir, no mínimo, 308 votos favoráveis em cada um dos quatro destaques.

Para o deputado José Genoino (PT-SP), autor de um deles, a proposta precisa ser melhor discutida até que se encontre uma solução viável para o governo. “Sou a favor do piso”, ressalta o petista, que complementa: “Mas não se pode fixar número na Constituição”.

Autor dos outros três destaques, o líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), recebeu há cerca de um ano proteção da Polícia Federal. O benefício foi concedido pelo ex-ministro da Justiça Tarso Genro a Ferro e ao deputado Luiz Couto (PT-PB), que são alvo de ameaças de morte do crime organizado em seus estados. O Congresso em Foco não localizou o parlamentar pernambucano.

Reação

O deputado Major Fábio (DEM-PB), que é policial militar, destaca que os parlamentares favoráveis à matéria pretendem obstruir todas as votações na Câmara – à exceção de matérias relacionadas aos aposentados - até que a PEC seja analisada. “Esse é o pensamento”, resume.

Além da obstrução, os parlamentares pró-PEC 300 também querem invalidar os destaques dos deputados petistas baseados no regimento interno da Casa, que afirma que os destaques não podem alterar substancialmente o conteúdo da matéria em votação. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) chegou a levar à questão para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Major Fábio ressalta que a categoria está revoltada com o atraso na análise da proposta. “Eles não querem mais conversa. O governo Lula nos traiu. A orientação do governo é acabar com a PEC 300”, afirma.

De acordo com o congressista paraibano, “os PMs foram dormir festejando” após a aprovação do texto-base e, no outro dia, ficaram frustrados porque a matéria não foi concluída. “Aqui na Paraíba, a indignação é completa”, argumenta. “Nos trataram como analfabetos, burros, jumentos”, finaliza.

Na quarta-feira (3), um dia após a aprovação do texto-base, a Câmara votou apenas um destaque à PEC 300, que estendeu seus benefícios aos inativos e aos policiais e bombeiros militares dos ex-territórios do Amapá, Rondônia e Roraima. Contudo, com o quorum baixo para uma votação de emenda constitucional (324 deputados), a sessão foi encerrada. Para o deputado, a falta de parlamentares no plenário para a votação foi orientação do governo.

PEC 300 influencia paralisação Nacional

O valor proposto pelo governo do Estado ainda está distante do que propõe a PEC 300, que tramita no Congresso, que institui um salário mínimo nacional para a categoria, vinculada ao maior salário pago para PMs no País, no caso a PM do Distrito Federal, que tem salário base de R$ 4,5 mil. Associações nacionais de PMs alertam que se a PEC 300 não for aprovada neste ano, pode ocorrer um movimento em todo o País, incluindo a paralisação.
O problema é a resistência do Congresso em colocar o tema na pauta de votação antes da eleição para presidentes e governadores. Isso apesar da promessa do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, de que a matéria seria votada na semana passada. Ontem, a Casa resolveu criar uma comissão que vai avaliar quais PECs devem entrar em votação nas próximas semanas. Não há garantias que a PEC 300 estará entre elas.
Por causa disso, já havia rumores que o movimento iniciado no Paraná poderia se expandir para outros estados, criando uma paralisação em todo o País em torno da emenda constitucional. Ainda na internet, os policiais do Paraná recebiam apoio de colegas de outras unidades federativas. A peculiaridade é que a insatisfação cresce mais entre os soldados.
Ontem, o deputado Capitão Assunção (PSB-ES), subiu na tribuna da Câmara e conclamou uma greve nacional dos agentes de segurança pela aprovação imediata da PEC 300. O projeto, na verdade, já tem o texto base aprovado. Falta aprovar.

Deputado conclama greve nacional em prol da PEC 300

Depois da decisão de adiar a votação das PECs em 20 dias na Câmara, o deputado Capitão Assunção (PSB-ES) subiu à tribuna da Câmara para conclamar os trabalhadores do setor de segurança a uma greve nacional em prol da PEC 300 (matéria cujo texto-base já foi aprovado).
“Só desse jeito vamos ser respeitados. Temos de parar o Brasil. Os trabalhadores de segurança pública têm de parar a nação brasileira para serem respeitados”, gritou o capixaba enquanto era aplaudido pelas galerias lotadas.
Segundo o deputado, o governo federal é o culpado pela paralisação da PEC, que garante piso salarial para policiais e bombeiros militares. “A intenção deliberada por parte do governo é não votar o piso salarial nacional dos policiais militares, dos bombeiros militares e dos policiais civis”, afirmou.
Após a fala do deputado, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), foi irônico em relação às manifestações dos favoráveis à PEC 300 nas galerias: “Está ruim isso aqui, heim?”. Em seguida, Temer pediu aos manifestantes que fizessem silêncio, sob risco de ter que pedir o esvaziamento das galerias.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bombeiro conta drama de 16 dias no devastado Haiti




Jaraguá do Sul – O bombeiro de Jaraguá do Sul, Neilor Vincenzi, está em casa novamente, depois de ter passado mais de duas semanas trabalhando no resgate de vítimas brasileiras do terremoto, no Haiti. Neilor foi numa missão especial da ONG Viva Rio, para encontrar os corpos de funcionários da ONG que atuavam no Haiti e familiares deles que moravam na cidade de Porto Príncipe.
Durante 16 dia, o bombeiro diz ter vivido uma das experiências mais dramáticas da vida dele. “Primeiramente, pelo choque cultural. Eles são muito diferentes do que estamos acostumados aqui no Brasil, por exemplo”, diz. Neilor conta que os haitianos vivem com muito medo de que novos tremores de terra causem mais estragos ainda ao País. “As pessoas não dormem mais dentro das casas que ficaram de pé. Por volta das 17h30, eles estendem toalhas nas ruas e o povo dorme ali mesmo, ao relento, como medo de terremotos à noite”, relata, acrescentando que a equipe com a qual viajou também tinha o mesmo procedimento.
A ONG Viva Rio alugou uma casa na cidade e apenas as refeições eram feitas na área interna e com as portas abertas para qualquer emergência. “Até mesmo pra tomar banho, ficava um no chuveiro e outro do lado de fora aguardando. Se algo acontecesse, era mais fácil o socorro”. RESGATE - De acordo com o bombeiro é impossível resgatar todos os corpos que estão sob os escombros das casas, prédios públicos e particulares, escolas e igrejas destruídas pelo terremoto. “As carregadeiras estão recolhendo os entulhos e, junto com o material que desabou são levados milhares de corpos para aterros, onde são depositados”, conta.
Segundo ele, o mau cheiro nas ruas de Porto Príncipe é muito forte, mas não é cheiro de cadáver, é cheiro de lixo. “Observamos que os corpos, desidratam e secam rapidamente, ao contrário daqui, eles não chegam a ficar em estado de putrefação. O problema é que ninguém recolhe o lixo e a população faz suas necessidades fisiológicas em qualquer lugar”.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Bolsa Olimpica aprovada e agora?


A dita Bolsa Olímpica, que especulava-se ser extendida a todos os Militares estaduais brasileiros, será paga exclusivamente aos militares do Rio de Janeiro”, que não receberão a Bolsa Copa.

Com notícia como essa, cada dia mais vemos com tristeza os tramites da PEC. Vez por outra suspiramos acreditando em um novo fôlego (nova promessa) que nos tirara do cativeiro do esquecimento.

O governo esta mostrando que não esta dando a mínima para as PEC 300 e a PEC 41. Utilizando dos meios e proposta das mesma para dar um "bolsa" esperança aquele que por conveniência e ironia do destina trabalhão nos estados sede da copa.

Eu pergunto. E agora o que faremos?

Um belo cala boca para os estados sede, e 43,00 reais para o RESTO, resto sim é assim que nos sentimos diante de toda essa situação

Nos dias 02 e 03 de fevereiro, estaremos em Brasília lutando por nossos direitos e mostrando que não calaremos até uma solução digna e respeitosa para policiais e bombeiros militares de nosso País.

Richard Macedo

veja o piso dos Militares estaduais e das policias civis:


PEC 300 e a Ministra Dilma Rousseff


Foi protocolado um pedido de audiência com a Ministra Dilma Rousseff com o objetivo tratar do apoio incondicional dela à aprovação da PEC 300. O encontro está para ser definido para o dia 02 de fevereiro e contará com a participação dos parlamentares componentes da frente parlamentar em defesa dos policiais e bombeiros e de um maior número possível de lideranças de todo o Brasil.
E qual será a nossa contrapartida caso a Ministra queira comprar essa nossa batalha? o apoio incondicional de todos os bombeiros e policiais do Brasil. Somos mais de 700 mil em toda a nação. temos a potencialidade de mais de 10 milhões de votos. Encamparemos a campanha da Dilma e seremos o fiel da balança na eleição presidencial de 2010. Juntos somos fortes.

Fonte: Blog Capitão Assumção Deputado Federal

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cerca de 90 paraibanos podem integrar missão no Haiti


Noventa paraibanos poderão atuar na missão brasileira de assistência humanitária às vítimas do terremoto no Haiti. O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Wilmar Dias, confirmou, na tarde de ontem, que 40 bombeiros deixarão a Paraíba para o socorro aos atingidos pelo desastre no país da América Central. Já a Secretaria de Saúde do Estado disponibilizou uma lista de 50 profissionais de saúde que estão aptos a integrar a ‘Operação Samu 192 no Haiti’.



Wilmar Dias disse que, a qualquer momento, os homens da Paraíba deixarão o Estado para a missão. “Nós estamos aguardando que a Liga Nacional de Bombeiros (Ligabom) encaminhe a lista com os primeiros 20 homens que seguirão para o Haiti. Depois, vão outros 20 bombeiros”, declarou o tenente-coronel. Eles vão atuar no trabalho de resgate às vítimas que estão debaixo de escombros, busca de corpos desaparecidos e ainda na identificação de pontos que ofereçam risco de desabamentos no país devastado pelo terremoto, ocorrido na semana passada. Ontem, 20 bombeiros de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília deixaram o Brasil para a missão no Haiti.
Os 40 bombeiros selecionados na Paraíba possuem o curso de Sistema de Comando de Incidente (SCI), cujas técnicas de socorro às vítimas de tragédias, como terremotos, seguem padrões internacionais de salvamento. “Todos os bombeiros que estão no Haiti têm o curso, sejam homens dos Estados Unidos ou países da Europa”, afirmou Wilmar Dias. Ele lembrou que os bombeiros paraibanos escolhidos foram consultados previamente para a viagem e aceitaram a proposta de participação na ação de assistência humanitária. “Eles são de todas as regiões da Paraíba, como João Pessoa, Campina Grande, Patos e Cajazeiras”, completou.
A Secretaria de Estado da Saúde encaminhou ao Ministério da Saúde (MS), no último sábado, dia 16, uma relação com os nomes de 15 médicos e 35 enfermeiros voluntários, que poderão integrar a ‘Operação Samu 192 no Haiti’. A solicitação foi feita pela Coordenação Geral de Urgência e Emergência do MS, que requisitou, exclusivamente, profissionais da Paraíba que atuam no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A ida dos voluntários não foi marcada e todos estão em processo de preparação e ficarão de sobreaviso.  O contato entre os profissionais do Samu e o Ministério da Saúde está sendo feito pela Gerência Operacional de Atenção Especializada. A gerente Alana Barreto explicou que o envio da equipe não depende dos municípios que têm Samu.

Por: bartolomeu honorato


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Tropa de Elite 2 - em breve nas telinhas




Começam os preparativos para a segunda versão do filme brasileiro mais badalado de todos os tempos, Tropa de Elite 2, que trata do dia-a-dia da Polícia Militar do Rio de Janeiro, particularmente do BOPE, o Batalhão de Operações Especiais, e o contexto da segurança pública no Rio de Janeiro. A novidade é que o filme já conta com ferramentas de mídias sociais para divulgar os bastidores da produção. Clique na imagem acima para acessar o blog, que já traz informação dos treinamentos dos atores por policiais do BOPE e instrutores do CATI (Centro Avançado em Técnicas de Imobilização). E não esqueça de visitar o Twitter, o álbum de fotos do Flickr, o Canal de Vídeos do Youtube, o perfil no Facebook, o perfil no MySpace e o perfil no Orkut.

veja o vídeo

domingo, 17 de janeiro de 2010

Bombeiros de MS integram equipe para ajudar população Haitiana


Três bombeiros do Mato Grosso do Sul, fazem parte do grupo de 53 militares de todo o Brasil especializado em Busca e Salvamento, que poderão ser designados para ajudar na localização das vítimas do terremoto que devastou o Haiti.
Os três bombeiros lotados em Mato Grosso do Sul são o subtenente Carlos Alberto Ladislau dos Santos (Campo Grande); o sargento José Carlos Rosa (Coxim) e o cabo Paulo Cezar de Almeida (Maracaju). Os militares estão em Brasília desde agosto de 2009 em um treinamento para integrar o grupo de busca e salvamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que estava previsto para terminar em 30 de dezembro do mesmo ano. Os bombeiros estão de prontidão, a espera da convocação da Diretoria Nacional de Segurança Publica.

Debate entre o Deputado Paes de Lira a favor da PEC 300 e o Deputado Nazareno Fonteles contra a PEC 300.











sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Piso pode ficar em 3.300 (Pec 41)

Piso para PMs





Lula recebeu ontem o senador Renan Calheiros, para discutir o projeto do piso nacional para policiais militares, que será pago em parte pelo governo federal. Não será o salário do DF (R$ 5.200), mas pode ficar em R$ 3.300.

Fonte Cláudio Humberto

Câmara vota PEC 300 em fevereiro

Câmara vota PEC 300 em fevereiroPresidente da Câmara Federal, Michel Temer, confirma para o próximo mês a votação da PEC 300

Defensor dos policiais militares e bombeiros militares, o deputado federal Major Fábio (DEM) revelou na tarde de hoje (12), em entrevista a um programa radiofônico na Capital do Estado, que o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (PMDB) assegurou que a votação da PEC 300 se dará no próximo mês.

O Major não sabe se a votação acontecerá com o texto original da Proposta, mas acredita que não deve haver muitas alterações.

A importância da PEC 300, para o deputado ultrapassa os limites da Paraíba, ao revelar a carta divulgada pela imprensa internacional que diz que a Copa de 2016 será realizada num país em que a segurança pública é menosprezada, tendo em vista o salário que é pago ao policiais.

O deputado assegurou que irá acompanhar de perto os tramites da PEC 300, como vem fazendo em todos os meses, para garantir que votação seja concretizada em fevereiro.

Fonte: PB Agora

domingo, 3 de janeiro de 2010

Australiano flagra sapo devorando cobra

Eu sei que até para um bombeiro essa cena é no mínimo estranha e incompatível com a cadeia alimentar. Ian Hamilton disse que foi a primeira vez que viu algo assim. Ele fotografou a cena no último domingo em Mackay, na Austrália.


O australiano Ian Hamilton fotografou um sapo devorando uma cobra em Mackay (Austrália). Segundo Hamilton, seu neto Brendan Healy, de 18 anos, foi quem vi primeiro a cena inusitada, de acordo com reportagem do jornal 'Cairns Post'. (Foto: Reprodução/Cairns Post)


sábado, 2 de janeiro de 2010

mudança na prática de primeiros socorros em caso de infarto

Respiração boca a boca só deve ser realizada em casos de afogamento

A massagem cardíaca é o novo procedimento adotado nos primeiros socorros para tentar salvar uma vítima de infarto. Segundo os médicos, apenas a massagem aumenta em três vezes a chance de sobrevivência por continuar o fluxo no sangue.
A respiração boca a boca, que também era adotada anteriormente em casos de infarto, só deve ser realizada em casos de afogamento. Cerca de 260 mil pessoas morrem de parada cardíaca no Brasil.



"Mulheres obesas têm dez vezes mais risco de sofrerem enfarto do que homens"