quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Do Histórico do Fogo e da Prevenção de Incêndios




Conhecer sobre o surgimento do fogo e entender como o homem passou a dominá-lo é uma informação de relevante interesse para a formação profissional dos homens do fogo. Além do mais, essa compreensão também se associa ao nosso próprio entendimento como indivíduos, uma vez que se constitui em um dos marcos de transformação histórica e cultural da Humanidade.

Baixe o arquivo sobre o Histórico do fogo e da prevenção de incêndios e saiba mais sobre este tema.

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O que é Rapel?

RAPEL


Palavra Francesa que significa trazer, recuperar, voltar. Hoje, com passar dos anos podemos afirmar que se trata de uma técnica aplicada em descida vertical em corda por grupos de operações e forças especiais do mundo inteiro, incluindo a escalada em rocha e geleira.
As técnicas são aplicadas em várias situações e terrenos como: retorno de uma escalada, resgate, intervenções de forças especiais, espeleologia, cachoeiras, prédios, pontes e outros tipos de descidas.
A descida vertical em corda consiste em uma série de procedimentos e condutas. É preciso estar preparado psicologicamente e fisicamente pois o rapel proporciona uma perda de energia potencial gravitacional de maneira controlada, na passagem de um corpo na vertical (entre dois níveis de altura). Em outras palavras, poderíamos dizer que seria uma descida vertical em corda, onde a ação da gravidade é superada e controlada pela técnica e pelo prazer.
Não poderíamos deixar de relatar o surgimento da escalada e da técnica vertical em corda conhecida como rapel onde verdadeiramente se deu: nos Alpes, depois da conquista do Mont Blanc, em 1786, por Jacques Balmat e pelo Doutor Paccard.
Em seguida deu-se início a técnica vertical em corda em 1879 por Jean Charlet-Stranton e seus companheiros Prosper Payot e Frederic Folliguet. Mas existem outras versões e segredos para o surgimento desta arte que encanta a todos através da magia da emoção e adrenalina.
Fonte: www.rapelradical.com.br

RAPEL

O rapel consiste no uso de uma série de procedimentos e equipamentos visando uma perda gradativa de energia potencial, de maneira controlada, na passagem vertical de um ser humano entre dois níveis de altitude. Em outras palavras: São técnicas de descida vertical em corda.
Derivado do alpinismo, o rapel têm origem na França, inicialmente criado para a busca de pessoas perdidas nos Alpes. Hoje, apresenta iversas sub-divisões e adaptações à geografia dos países onde vai sendo introduzida e se tornando popular.
O Brasil, por suas características tropicais e grande riqueza fluvial, se presta muito bem à exploração consciente e prática do esporte; Esta é uma mania que vem conquistando mais adeptos a cada dia.
Existem mesmo aqueles que, não estando ao alcance de uma bela cachoeira, se prestam a procurar um tipo de rapel urbano, utilizando inclusive como técnicas de salvamento e resgate.

Tipos de Corda

1. Corda Estática

Pela definição técnica americana, uma corda estática deve ter o coeficiente elástico passivo (carga de 90 kg) de menos de 2% e apresentar um baixo coeficiente de deformação até muito próximo da carga de ruptura. A especificação de carga obviamente varia de acordo com o diâmetro do material em questão. Para se ter um parâmetro comparativo, uma corda de escalada com 11 mm de diâmetro possui a elongação passiva da ordem de 7,5% e a deformação máxima próxima da carga da ruptura supera 30%.
Note-se que o parâmetro elástico não consegue por si só definir a corda estática e mesmo aquelas que são virtualmente estáticas podem não possuir a aprovação de um órgão oficial, por exemplo a NFPA (National Fire Protection Association - EEUU).
No Brasil a maioria das pessoas chamam as cordas não dinâmicas de estáticas. Nós defendemos a tese de que apenas as cordas com características definidas tecnicamente como estáticas devem assim ser chamadas. As que não se enquadram nessa categoria devem ser chamadas de cordas de baixa elasticidade, principalmente para evitar confusões e o mau uso.
Cordas estáticas são especialmente úteis em situações em que a elasticidade (efeito iô-iô) é perigosa e são recomendadas para todas as situações em que o risco de impacto não existe.
Exemplos de uso: Espeleologia (uso genérico), rapel, resgate, operações táticas e segurança industrial.

2. Corda de Impacto

Em certas situações de segurança industrial e mesmo em resgate, existem operações com possibilidade do sistema sofrer impacto. Na área industrial é comum o emprego de corda estática em conjunto com lanyards (amortecedor passivo de choque) em operações que podem envolver carga de choque.
Os amortecedores de choque não são recomendáveis para sistemas tradicionais de resgate como içagem e tirolesas mas podem ser úteis para alguns sistemas específicos para minimizar o choque - tanto no pessoal quanto na ancoragem.
A corda de impacto difere da estática por possuir o coeficiente elástico mais progressivo podendo sofrer elongação superior a 20% próximo à carga de ruptura. A PMI está na fase final do desenvolvimento da Corda de Impacto (um projeto 100% novo) que deverá estar no mercado no segundo semestre de 97. Atenção: A corda de impacto é corda de impacto. Ela não é dinâmica e muito menos estática.
Exemplos de Uso
Resgate, operações táticas e segurança industrial quando existe a possibilidade de impacto.
Características, Parâmetros Técnicos e Cuidados

FLEXIBILIDADE

Se você está buscando uma corda de fácil manuseio, talvez fique tentado a comprar a corda mais macia que encontrar no mercado. Mas antes de mais nada, você deve considerar os pontos do projeto que envolvem a fabricação de uma corda mais flexível: A- Menos material na capa ou na alma, B- Menos fibras na capa, C- Capa mais solta sobre a alma, D- Malha mais aberta no trançado da capa.
O emprego de qualquer um destes pontos (ou a combinação deles) aumenta a flexibilidade de uma corda. Mas dependendo do processo escolhido pelo fabricante, acaba também diminuindo a resistência à abrasão, corte, derretimento e ao próprio uso. Também pode diminuir a proteção à alma, que em termos de estrutura é a parte fundamental da corda.
É certo que você deve ter uma corda que combine manuseabilidade e resistência. Mas também é certo que a manuseabilidade é um parâmetro relativo. Um usuário bem treinado e com técnica correta consegue trabalhar bem mesmo em cordas consideravelmente mais duras do que a média. Este é um dos pontos que diferenciam um usuário profissional.

COR

Para muitas pessoas a cor de uma corda é mera questão de gosto pessoal. Mas as cores podem também ter funções importantes. Por exemplo, uma corda laranja possui melhor visibilidade em ambientes pouco iluminados e também aparecem bem em ambientes de fundo claro (cordas brancas ou amarelas possuem boa visibilidade mas não com fundo claro). Por outro lado, unidades táticas devem utilizar cordas escuras ou camufladas de acordo com o ambiente, exatamente com o intuito de fazer a corda desaparecer no ambiente.
Cordas com capa colorida em relação à alma branca possibilitam a fácil identificação de danos localizados. Os times de resgate que utilizam mais de uma corda empregam em geral materiais de diferentes cores para fácil identificação durante as operações. Cordas com cores diferentes facilitam a comunicação e evitam confusões.

CUIDADOS

1. Produtos químicos: Existem dois grupos de produtos relativamente comuns (principalmente em ambientes industriais) que não devem entrar em contato com cordas: ácidos e hidrocarbonetos (derivados de petróleo).
Existem vários relatos de acidentes por rompimento de corda devido ao enfraquecimento do material causados por esses grupos de produtos. E é ao mesmo tempo interessante e assustador saber que uma parcela considerável dessas contaminações ocorreram dentro dos carros. A água (ácido) das baterias tem sido um dos vilões da história juntamente com resíduos de óleo, querosene, gasolina e diesel.
Os hidrocarbonetos ainda são detectáveis em maior ou menor grau devido ao cheiro e cor. Mas os ácidos são extremamente perigosos sendo que muitas vezes a corda se mantém em perfeito estado visual, mesmo quando consideravelmente degradada.
2. Pré-Tensionamento: Mesmo as cordas tecnicamente estáticas possuem uma pequena elasticidade. Dependendo do tipo de operação ou comprimento da corda, essa característica pode não ser bem vinda.
Assim sendo é uma prática relativamente comum pegar uma corda nova e tensionar com carga de 200 a 300 kg antes do uso. Isso faz com que ela sofra uma esticadinha de caráter definitivo, tornando-a um pouco mais estática.

VIDA ÚTIL

A vida útil de uma corda não pode ser definida pelo tempo de uso. Ela depende de vários fatores como grau de cuidado e manutenção, freqüência do uso, tipo de equipamentos que foram utilizados em conjunto, velocidade de descida em rapel, tipo e intensidade da carga, abrasão física, degradação química, exposição a raios ultravioleta, tipo de clima etc.

A Importância dos Nós na Escalada

Escaladores depositam uma confiança extrema em cordas e fitas; consequentemente, confiam as próprias vidas aos nós. Vistos como uma "ciência" incompreensível por alguns, os nós representam a mais refinada forma de resolver algumas situações na rocha, através da combinação dos vários tipos existentes. Trabalham também com a ligação do escalador ao "mundo seguro", unindo seu corpo aos sistemas de segurança.
Enfim, o conhecimento profundo dos nós aqui apresentados pode separar o sucesso do fracasso numa escalada. O treinamento na confecção deve ser constante, através de um cordelete ou um pedaço de fita. Faça e desfaça os nós dezenas de vezes, com uma ou duas mãos, até que consiga montá-los de olhos fechados. E, mais importante, utilize-os abundantemente nas suas escaladas. Quanto mais prática, melhor! Afinal, é para isso que você está aprendendo a faze-los.

A dupla inspeção visual

Os nós conectam escaladores às cordas e às ancoragens, unem cordas e fitas, possibilitam resgates. Um nó bem acabado deve ser perfeitamente "assentado", sem voltas soltas. Deve também estar ajustado e apertado, para evitar que se desfaça com a movimentação natural da corda.
Após a conclusão do nó, uma dupla inspeção visual é indispensável, e pode evitar acidentes fatais. Caso alguma coisa pareça errado com o nó, não tente consertar. Desfaça tudo e comece novamente, e crie o hábito de sempre inspecionar os nós do seu parceiro.

Resistência dos nós

Naturalmente, uma corda ou fita são mais fortes quando tensionadas diretamente, sem curvas ou dobras, em linha reta. As voltas e dobras de um nós reduzem a resistência de carga da corda ou fita. Quanto mais abruptas forem as curvas, menor será a resistência. Por este motivo, alguns nós são mais fortes que outros.
De qualquer maneira, a redução da resistência não é tão catastrófica assim, com exceção do Nó Quadrado, que reduz 55% a resistência da corda. Fitas com mais de 15 mm, tubulares ou "flat", devem preferencialmente ser costuradas. Não utilize uma fite emendada com nó para segurar altas taxas de carga. Tenha sempre um conjunto de fitas costuradas, em várias medidas.

Fonte: www.rapel.net

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Bolsa Olimpica aprovada e agora?


A dita Bolsa Olímpica, que especulava-se ser extendida a todos os Militares estaduais brasileiros, será paga exclusivamente aos militares do Rio de Janeiro”, que não receberão a Bolsa Copa.

Com notícia como essa, cada dia mais vemos com tristeza os tramites da PEC. Vez por outra suspiramos acreditando em um novo fôlego (nova promessa) que nos tirara do cativeiro do esquecimento.

O governo esta mostrando que não esta dando a mínima para as PEC 300 e a PEC 41. Utilizando dos meios e proposta das mesma para dar um "bolsa" esperança aquele que por conveniência e ironia do destina trabalhão nos estados sede da copa.

Eu pergunto. E agora o que faremos?

Um belo cala boca para os estados sede, e 43,00 reais para o RESTO, resto sim é assim que nos sentimos diante de toda essa situação

Nos dias 02 e 03 de fevereiro, estaremos em Brasília lutando por nossos direitos e mostrando que não calaremos até uma solução digna e respeitosa para policiais e bombeiros militares de nosso País.

Richard Macedo

veja o piso dos Militares estaduais e das policias civis:


Decreto é assinado por LULA que cria a Bolsa Copa e a Bolsa Olímpica


O presidente LULA assinou hoje (26) o decreto que cria as Bolsas Copa e Olímpica para policiais que irão trabalhar nos Jogos. Com isso, a partir de julho deste ano, os profissionais de segurança pública começarão a receber um adicional que aumentará gradativamente até a data dos eventos.No caso da Bolsa Copa, policiais e bombeiros das capitais que sediarão as competições vão começar recebendo R$ 550 a mais em 2010. A partir de 2011, a bolsa passa a ser de R$ 665. Em 2012 o acréscimo passa a ser de R$ 760, e em 2013 de R$ 865. No ano da Copa do Mundo os profissionais de segurança pública passarão a receber R$ 1.000 a mais no salário. O valor não será perdido após os Jogos, e será incorporado pelos governos estaduais permanentemente.
Já a Bolsa Olímpica será paga exclusivamente aos profissionais do Rio de Janeiro. No caso deles, o valor será fixo de R$ 1.200. Os policiais e bombeiros do Rio não receberão a Bolsa Copa, apenas a Olímpica até 2016. Depois dos Jogos, o valor também será incorporado aos salários pelo governo estadual.
Para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o programa representa um pacto de solidariedade do governo federal com os estados. "O governo federal, pela primeira vez na história, enfrenta, participa e se solidariza com temas relacionados à segurança pública", disse Cabral.
As regras serão as mesmas do Bolsa Formação programa que paga um adicional para os policiais que se propõem a fazer cursos de capacitação. Essa bolsa também recebeu aumento hoje, passando de R$ 400 para R$ 443.

Segundo o ministro da Justiça, Tarso Genro, "o paradigma da segurança pública no país está em mudança profunda".

Fonte: AGENCIA BRASIL


PEC 300 e a Ministra Dilma Rousseff


Foi protocolado um pedido de audiência com a Ministra Dilma Rousseff com o objetivo tratar do apoio incondicional dela à aprovação da PEC 300. O encontro está para ser definido para o dia 02 de fevereiro e contará com a participação dos parlamentares componentes da frente parlamentar em defesa dos policiais e bombeiros e de um maior número possível de lideranças de todo o Brasil.
E qual será a nossa contrapartida caso a Ministra queira comprar essa nossa batalha? o apoio incondicional de todos os bombeiros e policiais do Brasil. Somos mais de 700 mil em toda a nação. temos a potencialidade de mais de 10 milhões de votos. Encamparemos a campanha da Dilma e seremos o fiel da balança na eleição presidencial de 2010. Juntos somos fortes.

Fonte: Blog Capitão Assumção Deputado Federal

Tarso Genro: "Queremos um piso de R$ 3.200 para policiais em 2010"

A meta parece inatingível. Mas o ministro da Justiça, Tarso Genro, garante: está lançado o objetivo, de implementar um piso salarial para as polícias e o Corpo de Bombeiros do Rio de R$ 3.200, o que representa, por exemplo, quatro vezes o ganho mensal de um soldado. O aumento virá na forma de gratificação financiada pelo governo federal. Com a chamada ‘Bolsa-Olímpica’, o agente de segurança terá que participar de cursos de qualificação. É essa a nova polícia que vai ocupar as próximas 50 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) até 2016, experiência bem-sucedida e que poderá ser exportada para o Haiti. Por aqui, Tarso alerta: as unidades têm que sofrer correções e ganhar mais programas sociais.
Foto: Carlo Wrede / Agência O DIA
Foto: Carlo Wrede
O DIA: Que investimentos do governo federal serão feitos com os R$ 900 milhões anunciados na semana passada para o Rio?
Esse dinheiro é uma demanda do governo Sérgio Cabral que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que atendêssemos, voltados para as Olimpíadas de 2016. É uma espécie de Pronasci paralelo exclusivo para o Rio de Janeiro.

O governo já chegou a um consenso de qual será o valor da Bolsa Olímpica?
A proposta que estamos fazendo é a que permita um valor de R$ 3.200 de piso salarial a  para os policiais do Rio. Esta é a pretensão que negociamos com o governo estadual e que os recursos estão destinados a dar sustentação.

Tanto para policiais civis quanto para militares?
Sim.

Bombeiros também entrariam no programa?
Sim.

Quem já recebe as bolsas do Pronasci poderia acumular estes valores?
Haveria uma absorção deste valor sobre o menor. Policiais ganham R$ 900, mais R$ 400 da bolsa, e os que estão nas UPPs mais R$ 500. Então teremos que, praticamente, dobrar o valor pago para que os policiais ganhem no mínimo, R$ 3.200.

O que falta definir?
Depende da votação do orçamento no Congresso Nacional. As bancadas já propuseram as emendas para este valor, e a nossa parte, nós também fizemos. O projeto de lei que institui a bolsa já está na Casa Civil e no Ministério do Planejamento. A nossa tarefa foi cumprida e agora isso passará pela relação direta entre o governador e o presidente da República.

Depois de 2016 este valor será agregado ao salário?
A ideia é que sim. Que o valor se torne um piso salarial universal para todo o País.





Então esta proposta coloca parcialmente em prática a PEC 300 (proposta que equipara os salários da polícia do Distrito Federal com o resto do Brasil) que está sendo debatida no Congresso, certo?
Pode ajudar. A PEC 300 é uma satisfação para todos os policiais do País que merecem um piso salarial. Temos que chegar a 2016 com um piso salarial para os servidores das polícias de R$ 3.200, correspondente à época.

O que vocês querem de contrapartida deste policial?
Que ele esteja em permanente formação e atualização através dos cursos. Que sejam maciçamente utilizados nas UPPs ou no policiamento comunitário. Isso tem que significar o trânsito de um modelo de segurança pública atual para um novo modelo. Por isso, escolhemos o Rio como impulsionador da experiência.

O aumento salarial vai impactar diretamente na diminuição da corrupção?
Se o baixo salário fosse a causa principal da corrupção na polícia, nós não teríamos uma maioria honesta. Se os estados melhorarem os salários mas não tomarem outras medidas, certamente isso reduzirá muito pouco a corrupção. Tem que haver treinamento e educação qualificada, autoestima em permanente elevação, relação direta com a comunidade, controle social sobre a atividade policial e uma perspectiva de vida para o futuro. Tem que haver uma visão menos amarga do futuro. Hoje, eles passam rapidamente pela polícia e vão fazer um concurso para receber salário maior. Extinta, a corrupção não será, nem nos países mais puros do mundo, se é que eles existem.

Algumas audiências têm sido feitas no Congresso Nacional para debater a unificação das polícias. O senhor acha que esta seria uma solução para a segurança no País?
A tese da unificação das polícias surgiu corretamente dentro da academia quando o sistema policial brasileiro era radicalmente repressivo e sem controle da imprensa e de autoridades. O que é mais moderno e mais aceito nos países com sistema de polícia não é uma polícia única. São diversos corpos de atividade policial especializada, com hierarquias definidas, que trabalhem de maneira integrada. Portanto, não creio que, hoje, a extinção das polícias militares ou a unificação burocrática das polícias possa solucionar os problemas. Podemos acabar integrando virtudes e vícios que as instituições carregam.

O governo do estado contratou como consultor o ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani. O senhor acha válido?
Qualquer consultoria de experiência positiva é boa. Mas o que foi vendido como ‘Tolerância Zero’ tem titulação infantil para uma política de segurança pública. Isso é despertar a ira repressiva dos policiais contra os pequenos delinquentes. É saudável ter consultoria, mas esta política apresentada como solução não é nem mais respeitada nos EUA. O que trouxe uma melhor atividade policial lá foi a melhoria salarial, tecnológica e o controle do Estado sobre a polícia.


Há alguma expectativa de implementar o Pronasci no Haiti (país onde o Brasil integra missão de paz)?
O programa é considerado uma referência pela ONU. Já temos pessoas trabalhando no Haiti em parceria com a ONG Viva Rio. Vamos entrar com tecnologia e os recursos para implantação serão repassados pela Suíça.



Aumento salarial vai beneficiar 38.539 só na Polícia Militar
O aumento da remuneração para R$ 3.200 deve beneficiar, só na Polícia Militar do Rio, 38.539 servidores. Esse é o contingente atual de soldados (8.777), cabos (12.226), sargentos (12.523), segundo-tenentes (3.680) e aspirantes a oficiais (1.333) que não atingem o teto que vai ser fixado caso a proposta da Bolsa-Olímpica seja aprovada pelo Congresso Nacional e entre em vigor. Segundo o ministro da Justiça, Tarso Genro, as articulações em Brasília estão favoráveis para a execução do projeto: “Estou muito confiante. Acredito que isso pode ser uma revolução na polícia”.

O projeto do Bolsa-Olímpica começou a ser discutido este ano. As gratificações do Pronasci que atendem a outros estados — são R$ 400 para agentes de segurança que ganham menos de R$ 1.700 e fazem cursos do Ministério — foram consideradas insuficientes para a questão salarial da polícia do Rio.

A alegação da categoria é de que a remuneração da PM fluminense é a menor do País. Um soldado, por exemplo, recebe, em média, R$ 850,92; um cabo, R$ 1.615,32; um terceiro-sargento, R$ 2.134,65; um segundo-sargento, R$ 2.436,850; um primeiro-sargento, R$ 2.987,48; e um aspirante a oficial, R$ 2.017,24.

Como o governo do estado alega ser inviável, no momento, aumentar os vencimentos básicos de policiais, cada vez mais cresce a política de bonificações. A partir do dia 1º, o estado começou a pagar R$ 350, como gratificação, a policiais militares, civis e bombeiros que participarem de programas de qualificação, como manuseio de armas e cuidados na abordagem pessoal. Delegados-adjuntos em escalas de plantão e os assistentes ou substitutos, submetidos à escala de plantão, no entanto, começaram a receber R$ 850 de gratificação também a partir deste mês.

O estado, no entanto, restringiu o direito à gratificação a policiais que não recebem outros adicionais, como os das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que têm bolsa de R$ 500. A avaliação será semestral e, para bombeiros, anual. Na PM, os cursos de qualificação terão carga horária de 16 horas e na Civil, de 40 horas.
Reportagem de Christina Nascimento e Thiago Prado

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A pec 300 aprovada ou greve nacional!

A votação da PEC 300 esta se aproximando, é o grande momento. Os dias 2 e 3 de fevereiro serão primordiais para a aprovação do nosso piso salarial nacional, a PEC 300. Sabemos de todas as armadilhas do Governo para desvirtuar e desarticular a aprovação da PEC 300. Mas temos que estar preparados para tudo. É chegada a nossa hora. Que o Governo federal ou quem estiver tramando contra a aprovação do piso salarial nacional tenha noção de que a manifestação legítima de Tocantins poderá acontecer agora mas em proporcional nacional se ficarmos sem o piso proposto pela PEC 300.


Que os governos não queiram pagar para ver uma catástrofe sem dimensões na história da nação brasileira. Nós guardiões da paz, queremos o que é nosso. Queremos o resgate da nossa dignidade. Bilhões são jogados pelo ralo todo o dia na nação brasileira e nós estamos morrendo à míngua. O que são 3 bilhões e 500 milhões de reais anuais para complementar salários dos guardiões da paz??? Chega de miséria. Quem guardará os guardiões???Pela aprovação da PEC 300 ou paralisação total por tempo indeterminado.

PEC 300 ou grave Nacional!

Veja o video da Greve da PM Tocantins. Isso poderá acontecer em todo país....?!?!?





PEC 300 eu acredito!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Bombeiro evita queda de mulher suicida

Exato momento em que o cabo bombeiro Carvalho arrisca a própria vida para evitar a tentativa de suicidio num prédio do centro de Macaé. Atentem para o detalhe que não há nada segurando o bombeiro.



São por esses e outros motivos que tenho orgulho em dizer: "Sou Bombeiro"