segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Polícia Militares e Bombeiro da Paraíba entram em Greve

AGORA: Policiais decidem entrar em greve geral a partir da zero hora; delegados param dia 4

Cerca de 1.500 policiais civis e militares, mais agentes penitenciários, decidiram neste momento, em assembléia realizada na porta do Palácio da Redenção, centro de João Pessoa, deflagrar greve por tempo indeterminado. Os delegados também entram em greve a partir da sexta-feira, 4.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"PEC 300 da Paraíba" Proposta do governo poderá sair até o dia 25




O governo do estado deu o primeiro aceno aos profissionais da segurança pública na Paraíba, que estão em vigília na Praça dos Três Poderes em João Pessoa, pressionando pelo cumprimento da lei que concede reajuste salarial a policiais civis, militares, bombeiros e agentes penitenciários.
Nessa sexta-feira (11), o secretário-chefe do Governo, Walter Aguiar, recebeu uma comissão das categorias para dizer que, no momento, não há como pagar o que ficou conhecido por ‘PEC 300 da Paraíba’, pois “as condições financeiras do estado não permitem”.
No entanto, até o dia 25 de fevereiro deverá haver um novo contato governo e profissionais da segurança, que permanecem acampados em frente ao Palácio da Redenção.
Sem dinheiro
A falta de recursos é o principal argumento do governo para não conceder o aumento salarial aprovado pela Assembléia Legislativa em outubro de 2010. O período em que a lei foi aprovada (às vésperas de uma eleição) também seria um obstáculo ao reajuste.
Sem sentido
Nesse caso, não há como conceber a atitude de deputados estaduais que, com vários anos de experiência na política, aprovam uma lei ‘flagrantemente irregular’ (segundo o governo). Quem está mentindo nessa história?
Sem saída
Diante disso, a Assembléia Legislativa será o próximo ‘foco’ dos policiais, bombeiros e agentes penitenciários. Até porque quem tem a responsabilidade de aprovar uma lei deve saber o que está fazendo. A próxima terça-feira (15) promete ser ‘quente’ na AL.
 
Fonte: ParaibaemQAP

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Novo Protocolo para PCR (Atendimento Cardiovascular de Emergência)


A importância dessa nova diretriz leva em conta que não haverá perda de tempo com abertura de vias aéreas e insuflações.
O ABCDE do trauma contínua dentro do protocolo, orientando os socorristas nas condutas que envolvem emergências, exceto nos casos de PCR, devendo  socorrista seguir as diretrizes inerentes ao ACE (Atendimento Cardiovascular de Emergência), protocolo estabelecidos pelo ILCOR 2010 (International Liaison Committee on Resuscitation) e AHA( American Heart Association).
Vale salientar que as recomendações desse novo protocolo deverão ser aplicadas apenas em caso de vítima com PCR.


ANÁLISE PRIMARIA PARA VÍTIMA COM PCR

INTRODUÇÃO

As Diretrizes da AHA 2010 para RCP e ACE recomendam uma alteração na sequência de procedimentos de SBV de A-B-C (via aérea, respiração, compressões torácicas) para C-A-B
(compressões torácicas, via aérea, respiração) em adultos, crianças e bebês (excluindo-se recém-nascido). Essa alteração fundamental na sequência de RCP.

Razão da Mudança no Protocolo: A vasta maioria das PCRs ocorre em adultos, e as taxas mais altas de sobrevivência à PCR envolvem pacientes de todas as faixas etárias cuja parada/paragem foi presenciada por outras pessoas, com ritmo inicial de fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular (TV) sem pulso.

Nesses pacientes, os elementos iniciais críticos de SBV são compressões torácicas e a desfibrilação precoce. Na sequência A-B-C, as compressões torácicas, muitas vezes, são retardadas enquanto o socorrista abre a via aérea para aplicar respiração boca a boca, recupera um dispositivo de barreira ou reúne e monta o equipamento de ventilação.

Com a alteração da seqüência para C-A-B, as compressões torácicas serão iniciadas mais cedo e o atraso na ventilação será mínimo (isto é, somente o tempo necessário para aplicar o primeiro ciclo de 30 compressões torácicas, ou, aproximadamente, 18 segundos; quando dois socorristas estiverem presentes para a ressuscitação do bebê ou da criança, o atraso será ainda menor).


As Diretrizes da AHA 2010 para RCP e ACE enfatizam, mais uma vez, a necessidade de uma RCP de alta qualidade, incluindo:

• Freqüência de compressão mínima de 100/minuto (em vez de "aproximadamente" 100/minuto, como era antes).

• Profundidade de compressão mínima de 2 polegadas (5 cm), em adultos, e de, no mínimo, um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, em bebês e crianças (aproximadamente, 1,5 polegada [4 cm] em bebês e 2 polegadas [5 cm] em crianças). Observe que a faixa de 1½ a 2 polegadas não é mais usada para adultos, e a profundidade absoluta especificada para crianças e bebês é maior do que nas versões anteriores das Diretrizes da AHA para RCP e ACE.

PRINCIPAIS QUESTÕES NA MUDANÇA DO PROTOCOLO

• Retorno total do tórax após cada compressão;
• Minimização das interrupções nas compressões torácicas; e
• Evitar excesso de ventilação.

Cadeia de sobrevivência de ACE Adulto da AHA

Os elos na nova Cadeia de Sobrevivência
de ACE Adulto da AHA são:
1. Reconhecimento imediato da PCR e acionamento do serviço de emergência/urgência
2. RCP precoce, com ênfase nas compressões torácicas
3. Rápida desfibrilação;
4. Suporte avançado de vida eficaz; e
5. Cuidados pós-PCR integrados


• Foi criado o algoritmo universal simplificado de SBV para adultos.
• Foram feitos refinamentos nas recomendações para o reconhecimento e o acionamento imediatos do serviço de emergência/urgência, com base nos sinais de que a vítima não responde, e para o início da RCP se a vítima não responder, não apresentar respiração ou apresentar respiração anormal (isto é, apenas com gasping).
• O procedimento "Ver, ouvir e sentir se há respiração" foi removido do algoritmo.
• Tem-se dado ênfase permanente em RCP de alta qualidade (com freqüência e profundidade de compressões torácicas adequadas, permitindo retorno total do tórax após cada compressão, minimizando interrupções nas compressões e evitando ventilação excessiva).
• Houve uma alteração na seqüência recomendada para o socorrista que atua sozinho para que ele inicie as compressões torácicas antes de aplicar ventilações de resgate (C-A-B, em vez de A-B-C). O socorrista atuando sozinho deve iniciar a RCP com 30 compressões, em vez de 2 ventilações, para reduzir a demora na aplicação da primeira compressão.
• A freqüência de compressão deve ser, no mínimo, de 100/minuto (em vez de “aproximadamente” 100/minuto).
• A profundidade de compressão, em adultos, foi alterada da faixa de 1½ a 2 polegadas para, no mínimo, 2 polegadas (5 cm).
Estas alterações foram planejadas para simplificar o treinamento de socorristas leigos e continuar enfatizando a necessidade de aplicar compressões torácicas o quanto antes em vítimas de PCR súbita.
Alteração na Seqüência da RCP: C-A-B, em vez de A-B-C
Iniciar compressões torácicas antes das ventilações.
Motivo: Embora nenhuma evidência em humanos ou animais publicada demonstre que iniciar a RCP com 30 compressões, em vez de 2 ventilações, leve a um melhor resultado, as compressões torácicas fornecem fluxo sanguíneo vital ao coração e ao cérebro; ademais, estudos de PCR extra-hospitalar em adultos mostram que a sobrevivência é maior quando as pessoas presentes fazem alguma tentativa de aplicar a RCP,em vez de simplesmente não tentarem fazê-lo. Dados de animais demonstram que atrasos ou interrupções nas compressões torácicas reduzem a sobrevivência; logo, tais atrasos ou interrupções devem ser minimizados ao longo de toda a
ressuscitação. As compressões torácicas podem ser iniciadas quase imediatamente, ao passo que posicionar a cabeça e obter um selo para a respiração boca a boca ou com bolsa-válvula-máscara/insuflador manual sempre demoram certo tempo.
A demora no início das compressões poderá ser reduzida se houver dois socorristas presentes: o primeiro inicia as compressões torácicas e o segundo abre a via aérea e se prepara para aplicar respirações tão logo o primeiro complete a primeira série de 30 compressões torácicas. Quer haja um ou mais socorristas presentes, o início da RCP com compressões torácicas garante que a vítima receba logo essa intervenção crítica e qualquer atraso nas ventilações de resgate deve ser breve.

FIM DO MÉTODO “VOS” (Ver, Ouvir e Sentir)
O procedimento "Ver, ouvir e sentir se há respiração” foi removido da sequência de RCP. Após a aplicação de 30 compressões, o socorrista que atuar sozinho deverá abrir a via aérea da vítima e aplicar duas ventilações.
Com a nova sequência “compressões torácicas primeiro”, a RCP será executada se o adulto não estiver respondendo e nem respirando ou não respirando normalmente.
A sequência da RCP começa com compressões (sequência C-A-B). Logo, a respiração é verificada rapidamente como parte da verificação quanto à PCR; após a primeira série de compressões torácicas, a via aérea é aberta e o socorrista aplica duas ventilações.


FREQUÊNCIA DE COMPRESSÃO TORÁCICA DE NO MÍNIMO 100 POR MINUTO
O número de compressões torácicas aplicadas por minuto durante a RCP é um fator determinante importante do retorno da circulação espontânea (RCE) e da sobrevivência com boa função neurológica. O número real de compressões torácicas aplicadas por minuto é determinado pela frequência das compressões torácicas e o número e a duração das interrupções nas compressões (para, por exemplo, abrir a via aérea, aplicar ventilações de resgate ou permitir análise do DEA/DAE). Na maioria dos estudos, a aplicação de mais compressões está associada a maiores taxas de sobrevivência, ao passo que a aplicação de menos compressões está associada a uma menor sobrevivência. A aplicação de compressões torácicas adequadas exige ênfase não somente na frequência adequada de compressões, mas também em minimizar interrupções a este componente crítico da RCP. Uma frequência de compressão inadequada ou interrupções frequentes (ou ambas) reduzirão o número total de compressões aplicadas por minuto.


PROFUNDIDADE DAS COMPRESSÕES TORÁCICAS

O esterno adulto deve ser comprimido, no mínimo, 2 polegadas (5 cm). As compressões criam fluxo sanguíneo principalmente por aumentarem a pressão intratorácica e comprimirem diretamente o coração. Compressões geram fornecimento de fluxo sanguíneo, oxigênio e energia, críticos para o coração e o cérebro. Pode haver confusão quando se recomenda uma faixa de profundidade; por isso, agora, recomenda-se uma profundidade de compressão específica. Os socorristas, muitas vezes, não comprimem adequadamente o tórax,


RESUMO DOS PROCEDIMENTOS NO ACE PARA VÍTIMA COM PRC
C - A - B do Atendimento Cardiovascular de Emergência

C- CIRCULATION – Circulação:
Após abordagem da vítima e feita a verificação de pulso carotídeo, o socorrista deve de imediato inciar as compressões torácicas externas, enquanto isso deve ser feito de imediato o acionamento do suporte avançado.
A taxa de compressão deve ser no minuto, 100 compressões por minuto.

A - AIR WAY – Vias Aéreas:
Em casos de PCR, primeiro socorrista não perderá mais tempo, com aberturas de vias aéreas e controle cervical.
As vias aéreas e controle cervical só serão feitos por um outro socorrista ou quando local da cena uma unidade de socorro que promoverá uma abertura de vias aéreas avançada.

B – BREATHING – Respiração:
Após a abertura de uma via aérea avançada, 1 ventilação a cada 6 ou 8 segundos (8 a 10 ventilações/min);
Assincronas com as compressões torácicas;
Cerca de 1 segundo por ventilação;
Elevação visível do tórax;




quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Quatro bombeiros morrem em soterramento no Rio

Equipe trabalhava em prédio onde houve um desabamento na terça-feira (11); forte chuva na Região Serrana do Rio deixa mortos e desabrigados
Redação Época, com Agência Estado
Quatro bombeiros morreram soterrados na manhã desta quarta-feira (12) quando faziam um resgate em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Outros três integrantes da equipe estão desaparecidos.
Os bombeiros trabalhavam no local onde um prédio havia desabado na terça-feira (11), matando duas pessoas, no bairro Olaria. Entre as vítimas havia uma criança. Outras duas haviam sido socorridas com vida, mas não há informações sobre o estado de saúde delas.
Segundo os bombeiros, foram registrados cerca de 80 chamados na Região Serrana desde terça (11), sendo a maioria de deslizamentos de terra e inundações. A corporação informou que ainda contabiliza o número de feridos.
Em Teresópolis, outro município da Região Serrana do Rio, foram confirmadas, até a manhã desta quarta-feira (12), 18 mortes provocadas pelas fortes chuvas. A informação foi dada pelo secretário de Planejamento de Teresópolis, José Alexandre, à rádio CBN.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PEC 300 será prioridade na Câmara em 2011. será?

pec3002A criação de um piso salarial nacional para policiais (militares e civis) e bombeiros deverá ser uma das prioridades na Câmara dos Deputados, em Brasília. A novidade foi contada pelo presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS). De acordo com o petista, as propostas de emendas constitucionais 300/2008 e 446/2009, que tratam do asssunto, deverão ser votadas no início do ano que vem.
A PEC 300, de autoria de Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), chegou a ser aprovada em plenário no ínicio deste ano, mas ainda necessita ser analisada em segundo turno antes de ir a sanção presidencial. Segundo os parlamentares, o impacto financeiro de R$ 43 bilhões causado pela criação do piso nacional, como vem sido dito pelos governadores, é o que vem impedindo a PEC 300 de ser votada em segundo turno na Câmara dos Deputados.
Acordo - Arnaldo Faria de Sá reclamou do descumprimento do acordo para a votação da PEC 300 ainda em 2010. Segundo o petebista paulista, os favoráveis à criação do piso nacional irão insistir para que o tema seja discutido no início da próxima legislatura.
“Vamos insistir na votação em 2011 da PEC 300 e na promessa do presidente Marco Maia para a formação de uma comissão para discutir a implementação do piso com os governadores”, disse Arnaldo, ressaltando negativamente de que um PM no Rio recebe R$ 30 por dia.

Basta vontade polítca, porém isso é uma coisa impossível de acontecer ao meus olhos.

Só nos resta esperar em Deus amigos.

Policiais irão recorrer ao STJ caso a PEC da Paraíba seja considerada ilegal

Os policiais e agentes penitenciários beneficiados com a chamada ‘PEC 300 da Paraíba’ vão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça, caso as leis (Leis nº 9.245, 9.246 e 9.247) que concedem aumento às categorias sejam consideradas ilegais pelo judiciário paraibano.  A informação foi repassada hoje pelo deputado federal Major Fábio (DEM).
De acordo com o deputado, que é relator da PEC 300 em Brasília, a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba deve sair já na próxima sexta-feira, dia 07, ou na segunda-feira seguinte, 10.  Depois do pronunciamento do Tribunal de Justiça, os policias devem realizar uma grande assembleia para discutir uma possível greve.
“Assim que a Justiça tomar a decisão vamos estar nos reunindo. Vamos fazer uma grande assembleia reunindo associações, na Praça do Três Poderes”, afirmou Major Fábio.
A legalidade da PEC 300 da Paraíba foi questionada em ação movida pelo Ministério Público. Entre os pontos questionáveis está o fato das leis terem sido sancionadas em pleno período eleitoral e do Estado ter ultrapassado a Lei de Responsabilidade Fiscal que só permite que se comprometa 49% do orçamento com pessoal. Hoje a Paraíba já compromete 55% da sua folha com o funcionalismo.
O governador recém-empossado, Ricardo Coutinho (PSB), já declarou que só pretende cumprir as leis assinadas pelo seu antecessor, José Maranhão (PMDB), caso estas sejam consideradas legais.
A entrevista completa com o deputado Major Fábio vai ser exibida às 13h10 no programa Rede Verdade da TV Arapuan, com os jornalistas Luís Tôrres e Marcone Ferreira.  


Publicado por Lindjane Pereira em 04/01/2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Assembléia da PB aprova orçamento 2011 e inclui PEC 300

ALPB aprova orçamento 2011 e inclui PEC 300 Uma emenda indicativa assinada pelos deputados João Gonçalves e Agnaldo Ribeiro incluiu os projetos denominados de PEC 300 nas metas de reajuste de pessoal do governo do Estado para o orçamento do exercício de 2011, aprovado ontem na Assembleia Legislativa. A peça orçamentária prevê R$ 310 milhões para garantir o pagamento do aumento do salário mínimo e os reajustes salariais para os servidores do Estado.

A votação do projeto de lei orçamentária foi muito rápida, sem maiores questionamentos. Os deputados, que agora poderão entrar em recesso, votaram também o projeto de lei do Poder Executivo que autoriza o governador do Estado a realizar remanejamento de dotações orçamentárias até o valor de R$ 6.779.986,27. Ainda na sessão, os parlamentares da oposição derrubaram o projeto que define regras para o pagamento de precatórios. A última sessão do ano realizada pela Assembleia Legislativa foi marcada por muita confusão. O deputado João Henrique (DEM), que presidia os trabalhos, encerrou a sessão sem colocar em votação outros projetos que estavam na ordem do dia. Houve bate boca no plenário e muita gritaria nas galerias por parte de servidores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que ficaram revoltados com a não votação das matérias de interesse da instituição.

Estava prevista a realização de três sessões extraordinárias. Na terceira haveria a votação dos projetos da UEPB. Um deles que autoriza a transferência de um imóvel pertencente ao acervo patrimonial do Estado da Paraíba para a UEPB. Já o outro dispõe sobre o repasse de recursos orçamentários e financeiros destinados à Instituição. Sem nenhuma explicação a presidência da mesa deu por encerrada a sessão, sendo convocada uma outra sessão extraordinária para o dia 11 de janeiro.

Até lá os dirigentes da UEPB garantem que não arredarão pé da Assembleia Legislativa. “O nosso projeto estava em pauta e o presidente da mesa encerrou sem dar direito aos deputados de votarem a matéria. Nós iremos esperar aqui dentro da Assembleia pela nova sessão marcada para o dia 11”, afirmou a reitora da Universidade Estadual da Paraíba, Marlene Alves.