Cheque o estado da vítima (nível de consciência). Se a vítima não responde, Chame 193 e depois retorne a vitima. Na maioria dos casos de emergência, os operadores (atendentes) podem dar assistência de como iniciar uma RCP. | ||
| | ||
Respiração boca a boca. Incline a cabeça para trás e escute a respiracão (VÊR, OUVIR E SENTIR). Se a vítimanão tem movimento respiratório, feche o nariz com os dedos. Cubra sua boca com asua e assopre(ventile) verifique se o tórax eleve. Dê duas respirações de dois segundoscada uma. | ||
| | ||
Se, depois das ventilações a vítima não voltou a respirar, verifique se não tem circulação (batimento cardíaco) se não houver, proceda:
1. Posicionar a vítima em DDH (Decúbito Dorsal Horizontal) ou seja deitada de costas sobre uma superfície rígida.
2. Efetuar 30 compressões torácicas, no ritmo de 100 compressões por minuto.
3. Efetuar 2 ventilações.
4. Manter as compressões e ventilações na freqüência 30:2.
4. Verificar o pulso central a cada 2 minutos: se não houver pulso, RCP deve ser reiniciada pelas 30 compressões torácicas.
OBS: O socorrista que ventila é responsável por avaliar a eficácia da compressão, controle do tempo e verificação do pulso central.
A troca de posição entre socorristas deve ser feita durante a verificação do pulso central, não devendo exceder a 3 ciclos.
Nunca treine compressão cardíaca em uma pessoa com batimentos normais.
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Fonte: bombeirosemergencia
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Bombeiro este é seu blog, aqui você encontrara notícias, entretenimento, matérias e muito mais.
terça-feira, 19 de março de 2013
RCP EM TRÊS PASSOS SIMPLES
domingo, 9 de dezembro de 2012
PEC 300 RESSURGE COM ONDA DE VIOLÊNCIA QUE ASSOLA O PAÍS
O deputado federal Fabio Trad (PMDB-MS) voltou a defender nesta terça-feira a votação da PEC 300, que propõe equiparar os vencimentos das Policias Militares e Bombeiros Militares de todas as unidades da federação com os praticados hoje pelo Distrito Federal.
Para Fabio, a onda de violência que assola o país é um sinal de que é preciso valorizar o trabalho das instituições que cumprem a função de garantir a segurança pública.
"Enquanto não remunerarmos com dignidade as policias civil, militar e bombeiros fixando um piso nacional, não é possível sequer iniciar um debate sério sobre segurança pública no país", disse Fabio Trad.
Não é a primeira vez que o deputado sul-mato-grossense faz um apelo pela aprovação da PEC 300. Segundo Fabio, a aprovação da proposta valorizaria as polícias dando a elas condições estruturais de combater a criminalidade.
Atualmente, a PEC 300 tramita em conjunto com a PEC 446, cujo texto principal foi aprovado, em primeiro turno, em março de 2010. Pelo texto, fica estabelecido que o piso nacional para policiais e bombeiros será definido em lei federal posterior. Prevê, ainda, um piso provisório (entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil) até que a lei entre em vigor.
Fabio Trad Online
fonte:http://www.aquidauananews.com
quarta-feira, 25 de julho de 2012
GLP- Gás Liquefeito de Petróleo
O gás
de cozinha é combustível formado pela mistura de
hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (
propano 50% e butano 50% ) extraídos do petróleo, podendo
apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de
outros hidrocarbonetos. Ele tem a característica de ficar
sempre em estado liquido quando submetido a uma certa
pressão, sendo por isto chamado de gás liqüefeito de
petróleo (GLP).
1. De fácil combustão, o GLP é inodoro mas, por motivo
de segurança, uma substância do grupo MERCAPTAN é adicionada
ainda nas refinarias. Ela produz o cheiro característico
percebido quando há algum vazamento de gás. O GLP não é
corrosivo, poluente e nem tóxico, mas se inalado em grande
quantidade produz efeito anestésico.
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2.3- GÁS NATURAL
Gás inflamável e
combustível, mais leve que o ar, composto principalmente de
metano com uma quantidade menor de etano, propano e butano,
tem os mesmos usos do GLP. Possui risco de explosão por
combustão e incêndio quando escapa para o ambiente. Ap6s
vários testes constatou-se que os vazamentos de gás natural
não estão expostos a explosões a céu aberto.
Extração de GLP
O GLP é um dos
muitos derivados do petróleo. Por ser o mais leve deles, é o
último produto comercial resultante da cadeia de extração.
Antes dele são produzidos os óleos combustíveis, a gasolina,
o querosene, o diesel, a nafta e, finalmente, o gás
liquefeito de petróleo. Depois de produzido, o GLP é mandado
para as companhias de gás por caminhões e gasodutos. Nelas,
o GLP é engarrafado nas diversas embalagens, sendo a de 13
quilos a mais famosa, e segue para o consumo final. Para a
indústria, o GLP é vendido a granel.Veja abaixo como é a produção do GLP na cadeia de extração:
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2.4-
FAIXA DE EXPLOSIVIDADE OU INFLAMABILIDADE
É
a faixa de valores de concentração dos gases entre os
limites de inflamabilidade inferior e superior expressado em
porcentagem de volume de um vapor ou gás na atmosfera
ambiente, onde acima ou abaixo dos limites a propagação não
ocorre.
2.5-
COMBUSTÃO
É um
processo rápido, de oxidação exotérmica acompanhado de uma
produção
continua de calor e
normalmente de luz (chamas).
2.6-
TEMPERATURA DE EBULIÇÃO
É a temperatura em
que um líquido se converte rapidamente em vapor, normalmente
se considera a pressão de uma atmosfera. No caso do GLP é de
- 30°C.
2.7-
TEMPERATURA DE COMBUSTÃO (FIRE POINT)
É a temperatura
mínima requerida para iniciar uma combustão auto sustentada
de um material ou composto. É a temperatura a qual um
combustível entra em ignição e a chama se auto propaga.
2.8-
TEMPERATURA DE IGNIÇÃO
É
a temperatura mínima a qual um gás inflamável ou uma mistura
entram em ignição sem uma faísca ou chama. A temperatura de
auto-ignição também pode modificar-se com a presença de
substâncias catalíticas.
2.9-
TEMPERATURA CRÍTICA
É
a temperatura acima da qual não é possível condensar-se em
vapor, por maior que seja a pressão nela aplicada.
2.10- DENSIDADE DE VAPOR
É
a densidade relativa de um vapor comparada com o ar. Um
valor menor que um indica que o vapor é mais leve que o ar.
Uma densidade superior a um indica um vapor que é mais
pesado que o ar. O GLP no estado gasoso é mais pesado que o
ar e no estado liquido é mais leve que a água.
2.11- VENTILACÃO
Técnica para substituir uma atmosfera saturada de GLP
por outra com concentração abaixo do limite de
inflamabilidade evitando assim o risco de explosão e
permitindo o acesso das linhas a posições efetivas para a
extinção do incêndio.
3
- CARACTERÍSTICAS DOS GASES DERIVADOS DE PETRÓEO
Na
pressão atmosférica, a temperatura de ebulição do GLP b de
-30° C em
estado gasoso é mais pesado que o ar: 1 m3 de GLP pesa
2,2 kg. Com isso, em eventuais vazamentos, acumula-se a
partir do chão, expulsa o oxigênio e preenche o ambiente. Em
estado liquido o GLP é mais leve que a água, pesando 0,54 kg
por litro.
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ESTADO GASOSO
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ESTADO LÍQUIDO
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1m3 de ar =
1,22 kg
|
1 litro de
água = 1kg
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1m3 de GLP =
2,2 kg
|
1 litro de
GLP = 0,54kg
|
VANTAGENS DO GLP
Comparado a outros combustíveis, o GLP apresenta
vantagens técnicas e econômicas, associando a superioridade
dos gases na hora da queima com a facilidade de transporte e
armazenamento dos líquidos. Como gás, sua mistura com o ar é
mais simples e completa, o que permite uma combustão limpa,
não poluente e de maior rendimento. Liqüefeito, sob suave
pressão na temperatura ambiente, pode ser armazenado e
transportado com facilidade, inclusive em grandes
quantidades.
O
rendimento do GLP e seu poder calorifico também é
comparativamente mais elevado.
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1kg de GLP corresponde a
cerca de :
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4 Kg de lenha
seca
|
1,8 Kg de
coque
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1,3 litro de
óleo diesel
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3 Kg de
bagaço de cana
|
1,4 litro de
gasolina
|
3 m3 de gás
de rua
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2 Kg de
carvão de lenha
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1,4 litro de
querosene
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14 KW/h
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Poder Calorífico do GLP em
Relação a Outros Combustíveis
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QUANTIDADE
|
COMBUSTÍVEL
|
PODER CALORÍFICO
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1Kg
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GLP
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11.500 kcal
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1kg
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óleo diesel
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10.200 kcal
|
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1kg
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carvão
|
5.000 kcal
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|
1kw
|
energia elétrica
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860 kcal
|
|
1m³
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náfta
|
4.200 kcal
|
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1m³
|
gás natural
|
9.400 kcal
|
4 - ARMAZENAMENTO DE GLP
4.1-
Recipientes Transportáveis
São
os recipientes com capacidade até 0,25 metros cúbicos, que
podem ser transportados manualmente ou por qualquer outro
meio, não estando incluídos nesta classificação, os
recipientes utilizados coma tanque de combustível de
veículos automotores.
Recipientes Estacionários - Recipientes fixos, com
capacidade superior a 0,25 metros cúbicos.
A escolha do tipo de recipiente e da estrutura das instalações depende do uso que se pretende dar ao GLP. Os diferentes conjuntos técnicos são definidos por normas técnicas e de segurança, que orientam tanto a fabricação de seus componentes como sua instalação.
Os
botijões são fabricados com chapas de aço, capazes de
suportar altas pressões e segundo normas técnicas de
segurança da Associação Brasileira de Normas Técnica (ABNT).
O gás dentro dos botijões encontra-se no estado líquido e no
de vapor. Do volume do botijão, 85% é de gás em fase líquida
e 15% em fase de vapor, o que constitui um espaço de
segurança que evita uma pressão elevada dentro do botijão.
|
|
4.2- TIPOS DE RECIPIENTES TRANSPORTÁVEIS
A escolha
do tipo de recipiente e da estrutura das instalações depende
do uso que se pretende dar ao GLP
P-2
As
botijas de 2 kg (P-2) foram concebidas para operar sem
regulador de pressão. São indicados para fogareiros de
acampamentos, lampiões a gás e maçaricos para pequenas
soldagens. A válvula de saída de gás é acionada por uma
mola, que retoma automaticamente quando da desconexão.
P-13 e P5
Os
botijões de 13 kg (P-13) são os recipientes de gás mais
populares do país.
São usados
basicamente para cozinhar, tanto nas residências como em
bares e lanchonetes de pequeno porte. A válvula de saída de
gás também d acionada por uma mola, que retorna
automaticamente quando da desconexão, mas neste case existe
uma válvula de segurança, o plugue-fusível. Ele é fabricado
com uma liga metálica de bismuto que derrete quando a
temperatura ambiente atinge 78°C.
P-20
O GLP
também pode ser utilizado como combustível para motores de
veículos empilhadeiras, que utilizam um recipiente especial
de 20 kg (P-20), É o único vasilhame de GLP que deve ser
utilizado na horizontal, pois todo o seu sistema é planejado
para funcionar nesta posição
P-45 e P-90
Os
botijões de 45 e 90 kg (P-45 e P-90) são indicados para as
instalações centralizadas de gás que permitem maior
versatilidade no use do GLP. Servem tanto para abastecer
forno e fogão, como para o aquecimento de água e ambiente,
refrigeração e iluminação. O P-45 d utilizado em
residências, condomínios, restaurantes, lavanderias e
indústrias ou para consumidores institucionais, como
hospitais ou escolas. Os botijões de 90 kg são empregados
pelo mesmo tipo de consumidores, mas de maior porte. A
válvula de passagem de gás nesses dois tipos de vasilhames
é a de fechamento manual. Eles também são equipados
com uma válvula de segurança que libera
a passagem do gás sempre que houver um grande
aumento de pressão no interior do
recipiente devido ao aquecimento do
ambiente (aprox. 78° C).
4.3- BATERIAS
São
centrais de estocagem de GLP com quatro ou mais recipientes
de 45 ou 90 kg interligados e conectados a um coletor
central. A ligação entre os vasilhames e o coletor é feita
através do pig-tail, uma pega de borracha sintética especial
(Buna-N), resistente ao GLP, com terminais em latão. Os
Coletores, que conduzem o gás dos botijões, têm uma
estrutura modular, o que permite a montagem de baterias de
diferentes tamanhos. Em cada módulo do coletor, exceto o
central, existe uma válvula de retenção, que impede a saída
do gás para fora do módulo. O Regulador de Pressão reduz a
pressão do gás que se encontra dentro dos botijões para os
níveis necessários aos aparelhos de queima. Também controla
o vazão do gás, mantendo-a constante e nos níveis adequados
ao funcionamento dos aparelhos. Existem basicamente três
tipos de reguladores, que se diferenciam pela relação entre
a pressão de entrada e a de saída; o regulador de 1° estágio
reduz a pressão do vasilhame para uma pressão intermediária;
o de 2° estágio completa essa redução até os níveis
necessários ao funcionamento dos aparelhos. Nas baterias
residenciais com P-45 e P-90 costumam-se usar reguladores de
estágio único, que fazem a redução direta da pressão no
interior dos vasilhames para a dos aparelhos de queima.
EQUIPAMENTOS COMPLEMENTAR
Para
ser instalado, o botijão de gás precisa de equipamentos
complementares, necessários a sua utilização.
MANGUEIRA- Tem a função de
levar o gás do botijão ou da instalação embutida na parede
até o fogão.
REGULADOR DE PRESSÃO- Serve
para reduzir a pressão com que o gás sai do botijão até
aquela necessária a alimentação dos queimadores.
REGISTRO- Dispositivo que
bloqueia o fluxo de gás do botijão para o fogão. Deve
permanecer fechado sempre que não estiver sendo utilizado.
ABRAÇADEIRAS- Pequenos anéis
empregados para ajustar e fixar a mangueira ao fogão e ao
regulador de pressão.
CONE-BORBOLETA- Abre a válvula
do botijão e deixa passar o gás para o regulador.
VÁLVULA DE PASSAGEM- Permite a
saída do gás mas fecha sempre que o cone-borboleta for
desconectado.
RISCOS
VÁLVULA E MECANISMO DE SEGURANÇA- Nos P-45 e P-90 a válvula é de fechamento manual e o
mecanismo de segurança vem acoplado a válvula. Libera o gás
para o ambiente quando há aumento muito grande da pressão no
interior do vasilhame, o que ocorre se a temperatura
ambiente supera 78ºC.
VÁLVULA E MECANISMO DE SEGURANÇA DO P-13.
BOILING LIQUID-EXPANDING VAPOR EXPLOSION (BLEVE) -
EXPLOSÃO DE VAPORES EXPANDIDOS DE LÍQUIDOS EM EBULIÇÃO:
É a
explosão ( liberação súbita de pressão ) de vapor em
expansão de um líquido com temperatura superior a seu ponto
de ebulição através da passagem de líquido para vapor. Neste
processo de expansão, é gerada a energia que agride a
estrutura do recipiente, projetando os fragmentos e
ocasionando a rápida mistura do gás com o ar (que dá por
resultado uma bola de fogo característica).
PROTEÇÃO CONTRA O BLEVE- Para
proteger recipientes de explosões, deve-se resfriá-los com
água, utilizando-se uma linha de proteção com jato d'água em
forma de neblina, isolando o local de estranhos aos serviços
de bombeiros e resfriando os recipientes de gases até que
não seja mais necessário.
CUIDADOS COM OS RECIPIENTES- O
maior número de ocorrências são com botijões de 13 kg de
GLP, mais comuns nas residências e as causas mais prováveis
de vazamentos, com e sem fogo, são: mangueira furada,
diafragma da válvula furada, rosca da válvula mal fechada,
plugue-fusível fundido e corrosão do botijão.
CUIDADOS DIVERSOS- O controle
de vazamento sem fogo deve ser feito através da dispersão do
gás, evitando o contato com pessoas e fontes de ignição e
eliminando o vazamento (fechando o registro da válvula,
usando o estanca-gás, etc).
O
controle de vazamento com fogo deve ser feito através da
diminuição da quantidade de calor produzido pelo fogo
através de aplicação de nuvem de água.
Deve-se tomar precaução para evitar a conversão de um
fogo em botijão para uma explosão provocada por gases
acumulados após a extinção das chamas sem sanar o vazamento.
5 - CONTROLE DE EMERGÊNCIAS
5.1- MEIOS A SEREM UTILIZADOS
a. Viatura AB ou ABS com equipamentos e guarnições
completas.
A viatura deve possuir no mínima:
- Mangotinho;
- Estancador de Gás ( Estangás );
- jogo de Chaves de Fenda;
- Cabos (sisal e multi-uso);
- Aparelhos de Comunicações (Hts)
-
Anéis de vedação (ouringue) reserva para botijões;
- Lanternas anti-explosão;
- A guarnição deve obrigatoriamente
utilizar EPI, sendo o EPR opcional, a critério do Cmt das
Operações no local.
DESLOCAMENTO PARA INCÊNDIO EM GLP
Procedimentos normais, ressaltando que o Cmt da
Guarnição deve inquirir o COBOM sabre o maior número
possível de informações sobre a ocorrência e o local.
5.2- PRECAUÇÕES AO CHEGAR NO LOCAL
a- ISOLAR a área de Risco- Com exceção
das pessoas autorizadas pelo Cmt das Operações no local,
afaste as pessoas para evitar acidentes e não atrapalhar os
serviços de bombeiros.
b-
COLETAR o maior número de informações possíveis relativas a
ocorrência de todas as fontes disponíveis e acionar apoio
necessário.
Questionar o local exato da ocorrência, aspecto da
edificação, fontes de ignição (eletricidade), quantidade e
tipo de vítimas, descrição do material do local, vias de
acesso, riscos iminentes e outras dúvidas que possam surgir.
Traçar um plano de ação levando em consideração os
meios disponíveis e as condições do local, emitir decisões e
ordens claras e precisas.
|
|
c- MANTER
a guarnição com o vento as costas em local aberto para
aproximação de um fogo ou vazamento de GLP. Se o local for
confinado, faça ventilação forçada ou sature o ambiente com
agentes extintores (C02, PQS ou água em forma de neblina).
d-
ELIMINAR todas as fontes de ignição e gás externas e
simultaneamente manter todas as pessoas fora da área da
nuvem de GLP iniciando esse procedimento logo que chegar ao
local.
e- ENTRAR
no local adotando procedimentos padrão de atendimento,
apenas ressaltando que se a Chave Geral for do lado de fora
da área gasada, deve ser desligada, mas se for do lado de
dentro, não deve ser desligada para evitar faíscas; usar
linha de proteção ao adentrar no local. Em locais confinados
cuidado com explosões ambientais, que podem ser evitadas
ventilando o local ( utilizar o ventilador/exaustor das
viaturas introduzindo sua manga no ambiente, nunca usar
eletrodomésticos) ou saturando o ambiente com um agente
extintor (C02, PQS ou água em forma de neblina).
f-
EXPLORAR com cuidado as partes baixas do local (chão, porão)
pois o gás tende a acumular-se nessas regiões; a vítima
provavelmente estará intoxicada (eventualmente queimada) o
que prioriza a remoção para local seguro e ventilado antes
de qualquer outro procedimento de resgate
5.3- CONTROLE DE
VAZAMENTO DE GLP COM FOGO
g- CORTAR
a fonte do gás (fechar o registro) dos recipientes e depois
realizar a extinção.
Os
extintores de C02 ou PQS são um meio eficaz para controlar
pequenos incêndios. Dirija o agente extintor a base do fogo.
CONTROLE DO FOGO NOS DIVERSOS TIPOS
DE VAZAMENTO
-LOCALIZAR VAZAMENTOS
VAZAMENTO NA MANGUEIRA
Cortar a alimentação do logo fechando o registro; se
não puder ser fechado, extinguir o fogo e rapidamente
desconectar o cone- borboleta da válvula do botijão.
VAZAMENTO NO REGISTRO
Colocar o estágio na posição FECHADO; se não puder ser
feito, apague o fogo e remova o registro do botijão.
VAZAMENTO NA VÁLVULA CONECTORA OU DE
SEGURANÇA
Extinguir
as chamas e colocar o estangás; se não puder fazer isso, não
extinguir a chama e resfriar as laterais até consumir todo o
combustível.
VAZAMENTO NAS SOLDAS (COSTURAS)
Extinguir
o fogo e levar o botijão para local ventilado e aberto; se
não puder fazer isso, não extinguir a chama, resfriar as
laterais até consumir todo o combustível.
VAZAMENTO NAS CONEXÕES
Fechar os
registros individuais dos cilindros conectados na rede.
VAZAMENTO EM GÁS ENCANADO
Isolar e
evacuar o local, localizar o registro de rua e fechá-lo e
acionar a CONGÁS.
h-
RESFRIAR as paredes dos recipientes de GLP que estiverem
expostos ao calor radiante, suas paredes devem ser
resfriadas com água em forma de neblina, visando evitar
aumento de pressão interna e conseqüente explosão.
MANTER
distância das extremidades dos cilindros. Aplique água em
forma de neblina em toda superfície exposta ao calor.
Aproxime-se pelas laterais dos cilindros e proteja também do
calor irradiado os cilindros próximos.
Se
houver ruptura da válvula de alívio o gás liberado pode
incendiar-se. Aplique água sobre o recipiente, mas não
apague as chamas, pois senão poderá ocorrer acúmulo de gases
e posterior explosão.
5.4- VAZAMENTO DE GLP APÓS EXTINÇÃO DO FOGO
FECHAR as
válvulas e registros para cortar o fluxo de gás. Nos cases
em que não for possível fechar os registros, estrangule a
tubulação (desde que seja de pequeno diâmetro ou de cobre).
i-
PROCEDER continuamente a Proteção de Salvados, verificando
se não sobraram para trás faces de incêndio escondidos no
forro, atrás de móveis, etc; e nem vazamentos de GLP.
j-
REMOVER todo o material que não for atingido, principalmente
recipientes inflamáveis para local seguro. Os cilindros
devem ser mantidos em posição vertical o tempo todo.
l-
RETIRAR todas as pessoas do local e amplie a área de
isolamento se perceber o aumento de pressão interna do
cilindro( aumenta o ruído da válvula de alívio ou aumenta o
volume do fogo ).
m-
DISPERSAR o gás na atmosfera se não puder fechar o fluxo de
gás, de modo que não atinja a concentração dentro da faixa
de explosividade.
CUIDADOS ESPECIAIS
NUNCA
INSTALE UM BOTIJÃO COM A MANGUEIRA PASSANDO POR DETRÁS DO
FOGÃO E NEM DEITE O BOTIJÃO.
|
|
NUNCA AGRIDA A
INTEGRIDADE FÍSICA DO CILINDRO
Não
mexa e nem deixe ninguém mexer de forma abrupta com os
cilindros, bater no casco, forçar os registros com barras ou
instrumentos inadequados ou mesmo jogar objetos podem causar
uma explosão
TESTE DE
VAZAMENTO
Para
verificar se há algum vazamento após a extinção do fogo,
passe uma esponja com água e sabão sobre a conexão do cone-
borboleta com a válvula. Se ainda houver vazamento, surgirão
bolhas. Orientar ao usuário que o sabão só serve para
verificar vazamentos e não para vedá-lo.
Caso tenha
sido utilizado o Estangás, esgotar o cilindro em local
seguro, aberto e ventilado, nunca em bueiros ou locais
baixos.
Em
case de dúvida sabre o material, acionar o fabricante ou
fornecedor.
5.6- CONFERÊNCIA
FINAL DO EFETIVO E DO MATERIAL
Concluídos os serviços de bombeiros no local, os
bombeiros devem conferir o material e o Cmt conferir o
efetivo, notificando eventuais novidades.
6- BIBLIOGRAFIA
Manual do Curso de
Operações Contra Incêndios- Texas A&M System
GLP- Noções e
Recomendações de Uso, Instalação e Segurança- Ultragás
Coletânea de NBRS.
fonte: bombeirosdeemergencia
domingo, 22 de julho de 2012
O que é o Código Q
O Código Q é uma
combinação de tres letras começando com a letra Q e que são
muito utilizadas em radiocomunicação e radioamadorismo.
Inicialmente foram adotadas para transmissão em código Morse
como forma de acelerar as transmissões de informações de um para
outro local. Além de facilitar as comunicações, o Código Q
agiliza a transmissão e identifica os operadores experientes,
dando uma maior confiabilidade nos dados transmitidos.
Em geral, os serviços de comunicação utilizam as séries de QRA a QUZ.
As séries de QAA a QNZ são reservadas para o serviço aeronáutico.
As séries de QOA a QQZ são reservadas ao serviço marítimo.
As combinações mais utilizadas, são as seguintes:
Em geral, os serviços de comunicação utilizam as séries de QRA a QUZ.
As séries de QAA a QNZ são reservadas para o serviço aeronáutico.
As séries de QOA a QQZ são reservadas ao serviço marítimo.
As combinações mais utilizadas, são as seguintes:
| Código | Significado |
| QAP | Na escuta, ouvindo, prossiga... |
| QRA | Como se chama a sua estação (prefixo e nome) |
| QRB | A que distância aproximada está de minha estação |
| QRC | Quem se encarrega de pagar as contas ou taxas de sua estação |
| QRD | Onde você vai... e de onde vem |
| QRE | Qual a hora estimada de chegada |
| QRF | Regresse a... |
| QRG | Qual é a freqüência utilizada |
| QRH | Minha freqüência varia |
| QRI | Qual é a tonalidade de minha emissão |
| QRJ | Quantas conferências (ligações) radiotelefônicas tens para despachar |
| QRK | Qual a clareza dos meus
sinais 1 - Péssima 2 - Ruim 3 - Média 4 - Boa 5 - Ótima |
| QRL | Estou ocupado |
| QRM | Você sofre interferência |
| QRN | As condições atmosféricas
estão perturbando (Estática) 1 - Não existe 2 - Ligeiramente 3 – Moderadamente 4 - Consideravelmente 5 - Extremamente |
| QRO | Aumentar a potência de transmissão |
| QRP | Diminuir a potência de transmissão |
| QRQ | Devo transmitir mais depressa |
| QRR | Você está preparado para o funcionamento automático |
| QRS | Devo transmitir mais devagar |
| QRT | Devo cessar a transmissão |
| QRU | Tem algo para mim |
| QRV | Você está preparado |
| QRW | Devo avisar a... que você o chama na freqüência de... |
| QRX | Quando me chamar novamente |
| QRY | Qual a minha ordem de vez |
| QRZ | Quem me chama |
| QSA | Qual a intensidade de meus
sinais
1 - Apenas perceptível 2 - Fraca 3 - Bastante boa 4 - Boa 5 - Muito boa |
| QSB | A intensidade de meus sinais varia |
| QSC | Seu barco é de carga |
| QSD | É defeituosa minha manipulação |
| QSE | Qual o local estimado da deriva da embarcação o ou dispositivo de salvamento |
| QSF | Você efetuou o salvamento |
| QSG | Devo transmitir... telegramas de uma vez |
| QSH | Você pode regular (ajustar) usando o equipamento radio goniométrico |
| QSI | Não há possibilidade de interromper sua transmissão (só resposta). |
| QSJ | Quanto devo pagar |
| QSK | Pode escutar-me entre seus sinais Caso afirmativo, pode interromper-me. |
| QSL | Pode acusar recebimento (entendido) |
| QSM | Devo repetir a mensagem anterior |
| QSN | Você me ouviu (indicativo de chamada) em ...kHz (ou MHz) |
| QSO | Comunicar-se diretamente com ... |
| QSP | Queres retransmitir gratuitamente a ... Fazer uma ponte entre duas estações |
| QSQ | Tem médico a bordo ou Fulano está a bordo |
| QSR | Tenho que repetir a chamada na freqüência de chamada |
| QSS | Que freqüência de trabalho você utiliza |
| QSU | Devo transmitir ou responder nesta freqüência |
| QSV | Devo transmitir uma seqüência "V" nesta freqüência |
| QSW | Queres transmitir nesta freqüência |
| QSX | Queres escutar a ... (indicativo de chamada) em kHz (ou MHz) |
| QSY | Tenho que passar a transmitir em outra freqüência |
| QSZ | Tenho que transmitir cada palavra ou grupo várias vezes |
| QTA | Devo anular a mensagem número... |
| QTB | Você está de acordo conforme minha contagem de palavras |
| QTC | Quantas mensagens tens por transmitir |
| QTD | O que recolheu o barco de
salvamento ou a aeronave de salvamento
1 - número de
sobreviventes 2 - restos de naufrágio 3 - número de cadáveres |
| QTE | Qual é a minha marcação verdadeira (coordenadas geográficas) com relação a você |
| QTF | Quer indicar-me a situação de minha estação com relação as marcações tomadas pelas estações radiogoniométricas que você controla |
| QTG | Quer transmitir 2 traços de 10 segundos cada um seguido de seu indicativo de chamada |
| QTH | Qual a sua posição em latitude e longitude (endereço) |
| QTI | Qual é o seu rumo VERDADEIRO com correção do declínio magnético |
| QTJ | Qual é a sua velocidade (velocidade do navio ou aeronave, com relação à água ou ar) |
| QTK | Qual é a velocidade de sua embarcação ou aeronave com relação à superfície da terra |
| QTL | Qual é o seu rumo VERDADEIRO |
| QTM | Qual é o seu rumo magnético |
| QTN | A que horas saiu de... (lugar) |
| QTO | Já saiu da Baía ou Porto, (ou já decolou) |
| QTP | Vai entrar na Baía ou Porto (ou pousar) |
| QTQ | Pode comunicar-se com minha estação por meio de Código Internacional de sinais |
| QTR | Qual a hora certa |
| QTS | Quer transmitir seu indicativo de chamada durante .... minutos agora ou às .... horas, em kHz ou MHz a fim de que sua frequência possa ser medida |
| QTT | O sinal de identificação que segue se sobrepõe a outra emissão |
| QTU | Qual é o horário de funcionamento de sua estação |
| QTV | Devo escutar você na freqüência de ... kHz ou MHz de... às ... horas |
| QTW | Como se encontram os sobreviventes |
| QTX | Quer manter sua estação aberta para nova comunicação comigo, até que o avise ou até às ... hs |
| QTY | Você se dirige ao local de sinistro Caso afirmativo, quando espera chegar |
| QTZ | Você continua a busca |
| QUA | Tem notícias de ... (indicativo de chamada) |
| QUB | Pode dar-me, na ordem que se segue, informações sobre: visibilidade, altura das nuvens, direção e velocidade do vento de superfície em ...(lugar de observação) |
| QUC | Qual é o número (ou outra indicação) de minha última mensagem ou de (indicativo de chamada) que recebeu |
| QUD | Recebeu o sinal de urgência transmitido por...(indicativo de chamada da estação móvel) |
| QUE | Pode fazer uso da telefonia usando ... (idioma) por meio de um intérprete caso necessário Se assim for, qual freqüência |
| QUF | Recebeu o sinal de perigo transmitido por ...(indicativo de chamada da estação móvel) |
| QUG | Ser forçado a pousar, (amerissar -- aterrissar -- atracar) |
| QUH | Quer dar-me a pressão barométrica atual ao nível do mar |
| QUI | Suas luzes de navegação estão acesas |
| QUJ | Quer indicar a proa verdadeira (rumo) que devo seguir para dirigir-me em sua direção (ou na direção de ...) sem deriva |
| QUK | Pode me informar sobre as condições do mar em... (lugar ou coordenadas) ’ |
| QUM | O tráfego de perigo terminou (retomar o tráfego). |
| QUN | Solicito às embarcações que se encontram em minhas proximidades imediatas (ou nas proximidades de latitude ... e longitude...), que indiquem sua posição, rumo VERDADEIRO e velocidade. |
| QUO | Devo efetuar busca de ... 1 - Aeronave 2 - Navio 3 - Barco salva-vidas, nas proximidades da latitude... longitude... (ou de acordo com qualquer outra indicação) |
| QUP | Quer indicar-me sua posição
por meio de... 1 - Refletores 2 - Rastro de fumaça 3 - Sinais pirotécnicos |
| QUQ | Devo orientar meu refletor quase verticalmente para uma nuvem, piscando se possível, e, caso ouça ou aviste um aeronave, dirigir meu facho contra o vento e sobre a água (ou solo) para facilitar seu pouso (ou atracagem) |
| QUR | Os sobreviventes... 1 - Receberam salva-vidas 2 - Foram recolhidos por embarcação de salvamento 3 - Foram encontrados pela unidade de salvamento de terra |
| QUS | Avistou os sobreviventes ou os destroços Em caso afirmativo, em que posição |
| QUT | O local do acidente já foi assinalado |
| QUU | Quer que dirija o navio ou aeronave para minha posição |
| QUW | Você está na zona de exploração indicada como... (símbolo ou local zona - latitude e longitude) |
| QUY | Existe a sinalização da posição da embarcação ou dispositivo de salvamento |
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